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Aún en estos días se acelera mi corazón al encontrarme con tu recuerdo paseando por la casa, no tengo pretexto para traer a mi mente esos momentos en que el deseo rompía lo cotidiano y nos veíamos destrozándonos la piel con nuestras manos, destruíamos todo a nuestro paso mientras nos arrancábamos la ropa sin algún cuidado, mis labios iban de tus labios hasta tus pies, recorriendo con mi aliento tu cuerpo desnudo, sujetándome de tus pechos, tu espalda, tu cintura, de tus piernas, sin camino exacto subía y bajaba mientras escuchaba tus suspiros cada vez más evidentes, cada vez más parecidos al rugido de un animal salvaje. Corríamos de aquí allá, y cada habitación era perfecta, una fantasía por cumplir, tu pintura sobre mi cuerpo, y sobre tu piel mi poesía, fresas y chocolates, girasoles y narcisos, una ducha tibia, y buena música, todo cómplice del momento. Las luces se apagaban y quedaba encendida solo una vela en la habitación cubriendo de un rojo claro las superficies, quemando nuestros cuerpos, fundiéndolos en uno solo, envueltos en la esencia de ambos, envueltos en nuestros sentidos, en la magia que existe en el amor, en el amor que existe en nosotros. Solías tomar mis manos y junto a las tuyas simulábamos el humo del cigarro serpenteante y ligero, cada caricia, cada sensación hacía que la sangre fluyera y te deseara con más fuerza, llevándome a perderme entre las pequeñas chispas de dolor que provocaban tus llamas al rasgar mis brazos y mi espalda, tus besos y las palabras que susurrabas a mi oído, todo era perfecto, incluso el terminar sin aliento contigo recostada sobre mi pecho… verte así, siendo una parte de mí, verme así, siendo una parte de ti.
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Prefiero no creerlo así... Esa madrugada, una vez más Rodrigo despertó sudoroso, completamente sobresaltado y con sus ojos desorbitados, tenía miedo, se notaba y tardaba su tiempo en recuperar el control, para luego burlarse de sí mismo y ese sueño repetitivo, que no atinaba a recordar y mucho menos a superar. Entre los pocos detalles que consiguió recordar, podía relatar... ...Que se encontraba en medio de una noche muy cargada de neblina, sentía que caía a un gran abismo, pero sin terminar de caer… allí, en ese período, es que despertaba, creyendo que el sudor, era sangre... Rodrigo, había contraído matrimonio pocas semanas hace y Maritza su joven esposa, se mostraba muy alarmada por este suceso tan fuera de lo normal, conocía de muchos años a Rodrigo, quien era unos diez años mayor y que por su caballerosidad, seriedad y ser muy trabajador, la había conquistado en contra del rechazo de su madre, que como todas las madres, esperaba un mejor partido para su hija. Rodrigo a fuerza de mucho trabajo había conseguido levantar un modesto negocio, tenía un almacén de insumos agropecuarios y avícolas, y parte de sus actividades, las complementaba con visitas a las fincas de las parroquias cercanas, para lo que disponía de una camioneta grande, que la mantenía en buenas condiciones. Maritza, que había confirmado su primer embarazo, en una mezcla de alegría y preocupación, le pidió a Rodrigo que visitaran al párroco para pedir su consejo, o a un médico, a alguien; no podía imaginar siquiera, que pudiera faltarle el padre de su bebé. Rodrigo eufórico de felicidad, no hizo mucho caso al desasosiego de Maritza y salió a visitar una hacienda, pero en su mente se habrían nuevos espacios e inquietudes: venía su hijo y tenía que trabajar más, apuró el paso, porque debía subir a la montaña y no quería hacerse tarde… Ayudó a parir a una yegua y eso le llevó más tiempo de lo que creía, estaba muy cansado, pero se sentía tan feliz; tanto que no reparó en que la noche estaba cayendo y con ella una impresionante espesa neblina, ya inundaba la montaña… mientras conducía muy rápidamente, pensando en nombres para su hijo, las compras, la casa, otro vehículo más cómodo, perdió contacto con la carretera y cayó al vacío… Ese exacto instante, se recriminó por no haber prestado atención a la repetida advertencia... En medio de una reacción muy lenta de su cuerpo y las borrosas imágenes que de a poco fueron tomando forma, buscó auscultar su frente que la sentía anegada de sudor... todo su ser, sintió un infinito terror, es que ahora, era sangre y junto a su cuerpo, Maritza lloraba desconsolada…
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Se não fosse o meu neto, eu nunca teria me aproximado tanto de um gato. Não que eu não goste do felino... Mas justamente por saber da minha preocupação com os animais, eu sempre evitei criá-los. Quando meu neto perguntava porque eu não criava um cachorro, eu dizia que era porque não tinha condição. Dizia que um cachorro precisava de espaço e de muito cuidado. E quando a gente resolve criar um animal, tem que dar muita atenção. Dizia para ele que, criar um cachorro, não era só colocá-lo em casa, e pronto: está criando. Não adiantavam os meus argumentos, pois ele sempre insistia. Às vezes citando um animal que ele viu alguém criando. Quando não era um animal “doméstico”, o meu “discurso” era maior.
Daí o meu neto mudou de estratégia: em vez de pedir, ele já chegou em casa com um gatinho... Disse que, quando ele vinha da escola, uma senhora que criava muitos gatos, deu-lhe. E já chegou providenciando uma caixa para colocá-lo. Imaginem o rebuliço aqui em casa... De um lado minha esposa, dizendo que não queria saber de gatos, que o bicho suja tudo, e que isso, e que aquilo... Do outro lado o meu neto, dizendo que cuidaria do gatinho, que faria isso, faria aquilo... Juro que não me lembro onde eu fiquei nessa hora. Devo ter ficado do lado de fora. Então ficou acertado que no dia seguinte, o gatinho seria devolvido à antiga dona. Aconteceu que no dia seguinte, além de ter obrado no banheiro, o gatinho (feio) amanheceu tremendo e vomitando...
Aí foi aquela agonia: o que será que ele comeu? Dá leite pra ele! Ele vai morrer! Dá um chá! Chá de quê? E lá vai a agonia... Minha mulher brigava de um lado, por causa da sujeira do gatinho, e se apiedava do outro, por causa do estado dele. A minha filha, que estava em casa nessa hora, aumentou o lado da piedade. Esse rebuliço todo ganhou até um poema: “O Gatinho Está Doentinho”. O certo é que, nessa confusão toda, o gatinho (feio) acabou ficando.
Com toda reclamação de minha esposa, por causa da sujeira que o gatinho fazia no banheiro; com toda minha gozação, dizendo que ele era até educado, pois ia satisfazer suas necessidades no lugar apropriado (quem acabava limpando era eu); com toda preocupação de minha filha em comprar vasilhas para o gato comer, vasilha para fazer as necessidades dele; com todo dengo do meu neto; o gatinho (feio) foi crescendo e transformou-se num bonito gatão. Resumindo: o gatão (Pepe) morreu envenenado. No mesmo dia meu neto trouxe outro “gato”. Eu vi logo que era uma gata, mas fiquei calado. Quando minha mulher descobriu, começou a reclamar. Entre fica e não fica, a gata ficou (Lara). Lara engravidou, e teve três gatinhos. Dois nasceram mortos, só um vingou Vivi (Vivi é o diminutivo de Vitória). Lara apareceu grávida outra vez. Minha esposa começou a dizer que botaria ela para fora... Resultado: Lara sumiu... Ninguém sabe o que aconteceu. Minha esposa ficou com remorso, achando que foi por causa das ameaças que ela estava fazendo. Nós percebemos que Vivi ficou sentindo o desaparecimento da mãe por algum tempo, mas depois se acostumou. Agora ela reina absoluta. Minha mulher, que não queria saber de gatos (principalmente de gatas), agora a enche de carinhos. Até ovo de páscoa para Vivi, ela comprou. Quando eu olhei, espantado, ela me disse: O que é? Ela também tem direito! Que mudança...
A.J. Cardiais 07.04.2012 imagem: a.j. cardiais
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Às vezes algumas palavras ficam cutucando a minha mente... Quando elas não se definem claramente, eu procuro esquecê-las. Já quando estou procurando “sarna”, eu me sento e tento decifrar o mistério. Eu chamo isso de “Exercício e Treino” ou “Riscos e Rabiscos”. Fico procurando encaixar as palavras, como se estivesse montando um quebra-cabeça. Tem coisas que eu gosto na hora. Já tem outras que eu não gosto, porém não jogo mais fora, como eu fazia antes. Aprendi a conservar tudo que escrevo. Deixo de lado para ver se aproveito mais tarde. Afinal, estamos na era da reciclagem, não estamos?
A.J. Cardiais 22.07.2011
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Tem palavras que ficam presas no vocabulário do nosso subconsciente. Quando “inventamos” de escrever, começamos a chacoalhar a mente. Então elas se desprendem, e querem ser usadas. É aqui que começa a história: quando digito a palavra, e o dicionário do computador passa o “traço” vermelho. E agora, o que fazer? Tira letra, põe letra, tira acento, põe acento... E nada do traço apagar. Quem tem o luxo de ter um “Aurélio” em casa, se safa numa boa. Mas o meu “socorro” coitado, nessas horas pede perdão. O pior de tudo é que nessas paradinhas, um monte de inspirações invadem (e evadem também). E quando volto a caminhar, já não sigo pelo mesmo caminho. Nessas horas já estou cortando caminho, pegando atalho etc. Tudo para ver se encontro o fio da meada. Mas a questão aqui é a palavra. Tem aquela coisa do regionalismo, do bairrismo... e qualquer “ismo” que vá diminuindo o raio de ação da palavra. Eu mesmo sou “retado” (olhe aí, consulte o Nivaldo Lariú) para usar palavras da minha infância, que só entende quem foi menino (e do mesmo bairro) naquela época. Por exemplo: num poema, eu usei a expressão: “pidir pinico” (é assim mesmo). Quando meu compadre (o poeta Luiz Nazcimentto) leu, ele achou engraçado por eu ter me lembrado daquela expressão. Outra pessoa logo diria: aqui está errado!. O certo é pedir, e não “pidir” e o nome é penico, não pinico. Também esta pessoa não saberia o significado. O pior é que isso não está em nenhum dicionário, nem no de Nivaldo Lariú.
Se eu tivesse terminado o curso de Letras, teria optado pela Linguística. Eu gosto de como se fala, e não como se escreve. Eu canto minha aldeia, tentando tornar-me universal. Que não entendam a letra, mas espero que gostem da música.
Vocabulário: Pidir pinico - Dar-se por vencido, jogar a toalha, entregar os pontos, perder a luta. Nivaldo Lariú – Autor do livro: “Dicionário de Baianês” Aurélio - Aurélio Buarque de Holanda – Autor de Dicionários de Língua Portuguesa
A.J. Cardiais 16.07.2011
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E a Palavra se fez Carne E você? imediatamente, viu um jeito de, usando os dons adquiridos à custa do caro e tradicional curso de culinária ao qual dedicou tento tempo em aulas e self´s com famosos na internet: Entre raras guloseimas, vinhos e tabacos, reunir familiares e Importantes para uma inesquecível ceia. Mas hoje, o enfastio o deprime e entristece, não apenas por não poder mais saborear, mas pelo infortúnio de, jogando comida fora, os famintos, pelo odor, revirem sua lata de lixo e sujem sua calçada. Será que uma tarde de sexo vorás movido a energéticos importados permitam que seu apetite volte? Pensa com fervor! Um único consolo lhe resta, semana que vem tem mais, e o ano novo se apresenta com grandes perspectivas, quem sabe, Nossa Senhora Aparecida se aposente, e passe a você o cargo de padroeiro do Brasil, o papa talvez, resolva dar lugar a um leigo, com notáveis e comprovadas aptidões para NEGÓCIOS e movimentos sociais auto dirigidos. Pelo menos você não precisará mover céus e terras por uma entrevista rápida, uma fotinho nos jornais. Estes terão de vir a você. Feliz Natal
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O ódio sempre existiu na humanidade. Mas parece que agora ele está enraizado em quase tudo que se faz ou se pensa. As pessoas estão confundindo adversário, com inimigo. Adversário é um amigo que brinca conosco do lado adverso e que, a depender, serve até para nosso aprimoramento, para nossa evolução. Os atletas de artes marciais, se não tiverem um “adversário” para treinar, não ficam bem preparados antes das disputas oficiais.
O boxeador Michel Tyson disse, numa entrevista, que quando mostravam a foto do adversário dele, ele já ficava com ódio da pessoa. Cadê o espírito esportivo desse cara? Quer dizer: ir lutar com ódio, tem um peso a mais, porque ele vai bater com ódio. Mas também pode ter um peso a menos, porque o ódio cega. E a depender da “frieza” e da técnica do adversário, a pessoa pode até perder.
Partindo agora para o lado “futebolesco”, vejo as torcidas adversárias se enfrentando, se armando e se matando como se estivessem brigando por alguma coisa séria, enquanto os dirigentes dos clubes estão no “bem bom”, só se preocupando em ganhar dinheiro. Aqui na Bahia por exemplo, praticamente só tem o Bahia e o Vitória. Mas o ódio reinante entre as torcidas organizadas, não deixa os torcedores perceberem que, se um time acabar, praticamente o outro acaba.
É preciso separar adversário, de inimigo. Senão, o que é para ser uma simples distração, acaba virando uma guerra. A.J. Cardiais 28.03.2013
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O que é ter sorte? É ganhar no jogo, ou ser feliz no amor? O ditado popular é o seguinte: que quem tem sorte no jogo, é infeliz no amor. Será que alguém consegue ser feliz, sem amor? Para mim o amor é a mola propulsora da felicidade. Não precisa ser só o amor homem - mulher. O amor pelo trabalho, por exemplo. Quem ama o que faz, está sempre feliz quando está trabalhando. Bem, aqui eu estou falando do amor geral. Mas o amor que o ditado cita, é o amor homem - mulher. Outro ditado interessante é o que diz que casamento é loteria. Mas para acertar na loteria, é preciso ter sorte. Então como é que fica? Será que existem dois tipos de sorte: a sorte do jogo e a sorte do amor? Parece que sim. Mas acredito que quem tem sorte no amor, seja mais feliz. Porque quem tem sorte no jogo, terá que ficar jogando sempre, para “testar” sua sorte. Já quem tem sorte no casamento, não precisa jogar mais nada. Só precisa saber “administrar sua fortuna", para que ela dure até que a morte os separe.
A.J. Cardais 01.05.2012
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Quem não ama não vive, vegeta. Pela simplicidade da frase, alguém já deve ter dito (ou escrito) isso. O título desta crônica também, se não estou enganado, é de uma musica. Bem, mas “tomando emprestado” ou não, a frase e o título, eu pergunto: que sentido tem a vida de quem não ama nada, nem ninguém? Eu me refiro aqui a um amor geral, mais ampliado. Não estou me referindo ao amor homem x mulher. Este, muitas vezes, se torna uma coisa obsessiva, doentia. A pessoa fica presa e quer manter o “objeto” da sua obsessão preso também. Eu quero saber do amor que liberta, que dá sentido e sabor ao ato de viver. Neste sentido eu posso dizer que sou rico: tenho vários amores. Quando um não resolve o meu problema, busco outro. E assim vou levando a vida, ou deixando que ela me leve. É por isso que eu gosto de dizer que o amor é meu combustível: sem amor eu não ando. Até o ato de escrever, eu só faço por amor, por prazer. Talvez se fosse “por dever”, eu não conseguisse escrever nada. É justamente por isso que eu não gosto de me “intitular” de escritor. Clarice Lispector se dizia amadora, talvez por isso: só escrevia por amor. Escritor para mim é aquela pessoa que para, pensa e escreve. Já vive “programada” para escrever. Eu nunca me programei para nada. Gosto de viver à mercê da inspiração. Sou como Dorival Caymmi: as indústrias fonográficas queriam que ele “produzisse musica”, mas ele só fazia quando tinha inspiração. Mas, voltando ao título, tem gente que tem um amor só: o amor ao dinheiro, ao luxo... Essas pessoas às vezes nem tem dinheiro, nem luxam, mas vivem se deslumbrando com as que tem e ficam se exibindo, para deleite dos pobres amadores. Outras, por não conseguirem amar as pessoas, amam seu carro, seu bicho de estimação, sua plantinha, sua casa, sua religião, seu time... E assim vão morrendo aos poucos.
A.J. Cardiais 22/09/2013
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La Cultura del Plagio en México; Peña Nieto alumno destacado En un interesantísimo artículo intitulado La plaga y el plagio publicado en la sección de opinión de El Universal el sábado 27 de agosto del presente Manuel Gil Antón eminente pedagogo profesor del Centro de Estudios Sociológicos del Colegio de México. Analiza como el plagio de ideas, obras y palabras en nuestro país se ha vuelto una costumbre, al grado que incluso el máximo dirigente de nuestro país, el Sr. Presidente Enrique Peña Nieto afirma que la corrupción en México es una cuestión cultural y por consiguiente inevitable y hasta necesaria como lo es la sapiencia misma.
Representativo de esta situación es la reciente denuncia del plagio de textos que conforman un treinta por ciento de la tesis que presentó Enrique Peña Nieto para obtener la licenciatura de abogado, en una universidad patito de este país, por la denuncia de este hecho han amenazado de cárcel a la periodista Carmen Aristegui y su equipo y la respuesta a la denuncia de ese hecho el Sr. Presidente respondió que el robar algunas palabras o textos era una cuestión menor y que él pensaba qué se trataba de algo más serio como que se le acusaba de robo de millones de pesos, que seguramente también lo ha hecho, evidencia de ello la casa blanca que en un principio se dijo que la había comprado la gaviota con su sueldo el televisa jajaja y tiempo después Peña Nieto pide perdón por las sarta de mentiras salidas de la presidencia y difundidas por televisión en cadena nacional, en fin al tiempo. Así mismo, por otra parte la respuesta desfachatada de la oficina de la presidencia que ha argumentado: qué ese plagio había ocurrido hacía mucho tiempo y que qué se trataba de errores de estilos en la redacción del texto y que además era cosa menor ya que en todos lados se fomenta el plagio ya que incluso en las escuelas te enseñan a copiar. Al respecto es necesario reflexionar si la importancia de un plagio lo determina el monto robado o el hecho mismo y si el tiempo es capaz de limpiar la falta de ética y de moral de los rateros.
Desafortunadamente el plagio y su cultura, se ha convertido en una plaga, no solamente la practican funcionarios públicos y el presidente de este país, que supuestamente para ser electos tuvieron que demostrar ser honorables y que ya en el poder se transforman en pillos. El plagio también está presente en el sector profesional y académico, es común escuchar del robo de propuestas de investigación de ideas y de resultados realizados por un grupo de investigadores y que otro individuo o grupo se apropia como suyas y hasta las publican en revistas especializadas de circulación internacional.
En ese mismo artículo Manuel Gil Antón menciona que el fango del plagio no sólo está presente en la tesis del señor presidente sino también en el modelo educativo de la fallida reforma educativa y seguramente también de las otras reformas propuestas por Peña Nieto y aprobadas por los diputados y senadores que constituyen el poder legislativo y que en última instancia son ellos los responsables de dichas reformas y de tales plagios al ser ellos quienes finalmente los aprueban. Finalmente es sorprendente es el silencio de los medios de comunicación nacional y de la sociedad en general al no denunciar estos hechos lamentables que transgreden las normas legales, éticas y morales y qué se cobijan en la tolerancia a la impunidad y que reflejan la miseria humana. Y si eso hace nuestro líder, el presidente, que se espera del resto de mortales. ECM28082016
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