|
A FEIURA NO COMUNISMO E A BELEZA NOS PAÍSES LIVRES.
A busca da beleza é um produto do capitalismo, da democracia de mercado, que por natureza é movido sistematicamente, e por obrigação mercantil, a nos oferecer sempre coisas mais belas, mais evoluídas, mais elaboradas, mais fáceis de usar, mais fáceis de se comunicar, assim como novos produtos para utilização no lar ou nas empresas procurando facilitar a vida das pessoas, e permitindo com isso que haja desenvolvimento constante, tanto na ciência como na arte, na tecnologia, na música, na comunicação, na cultura, na saúde, na construção civil, nas novas invenções, na agricultura (importantíssimo) e em todos os setores da sociedade que você imaginar, e nos que nem imagina ainda, pois hora pode surgir algo que você nunca imaginava que precisava e que agora facilita tanto a tua vida, os robos estão vindo ai, controle remoto a distância para acionar a sua cozinha...
O capitalismo é por natureza gerador de evolução sistemática das coisas devido a esta dinâmica de mercado e muitas vezes a descoberta de algo num campo leva a algo que poderá ser útil em outra área, quantas descobertas foram feitas assim, principalmente na medicina.
Um exemplo de não se adequar aos novos tempos que estavam por vir, e por isso quebrar, gerando centenas de milhares de desempregados pelo mundo, foi o caso da Xerox e outras empresas do ramo de máquinas de escrever também, que não souberam se reinventar e dançaram.
Isto porque a concorrência livre força a cada vez mais a se atentar e atender melhor o interesse dos clientes para manter o seu espaço no mercado que é dinâmico e voraz, e nunca para, e a beleza dos produtos também faz parte fundamental nesta concorrência e com isso avança o design, e novos materiais usados, gerando outros empregos também e assim vai.
O capitalismo vive do livre mercado gerando assim riquezas e inovações. No comunismo não existe mercado, então não gera nada, só divide a pobreza.
Toda reserva de mercado leva ao atraso e foi o que aconteceu na área automobilística no nosso país. A VW, GM, Ford e a Fiat dominavam cada uma com o seu espaço, então a injeção eletrônica que já existia há mais de 20 anos lá fora não chegava no Brasil, o Air Bag já existe ha mais de 50 anos, o freio ABS agora obrigatório em qualquer automóvel, já tinha mais de 50 anos também, precisou um presidente dizer que nossos veículos eram "perfeitas carroças", e abrir o mercado, para passarmos a ter estes itens que hoje são obrigatórios em qualquer veículo, mesmo nos mais populares.
A VW que não soube se adequar com rapidez à nossa abertura de mercado, hoje capenga para manter algum espaço e era a líder absoluta antes.
Já no comunismo tudo foi nivelado por baixo, mas no início do século XX, os empregados realmente eram explorados, sem carga horária definida, nem dia de descanso tinha em alguns países, então a cultura e informação destes trabalhadores, por isso mesmo, muito por não sobrar tempo, e a dificuldade de acesso também, não podiam estudar nem ter informação, mesmo em países que nem o nosso, que tinha mais de 50% de analfabetos antes da década de 50, então eram assim manipulados pelos senhorios e também pelos políticos e precisaria ter um fim.
Mas tirá-los do chão de fábrica e levá-los à direção das empresas, como no início do comunismo, ou hoje em dia levar sindicalistas a dirigirem empresas, ou países, é certeza de resultados pífios e corrupção sistemática também, pois, como diz o ditado popular, "quem nunca comeu mel quando come se lambuza", considerando, claro, as naturais exceções, e, principalmente, em países como o nosso, onde as instituições controladoras não funcionam e que sistematicamente também entram no esquema, então não tem país nesta situação que dê certo, nem que tenha dado certo, sem antes não evitar os meios de corrupção de forma enérgica.
Quem ainda não se tornou patrão tem muita dificuldade de dirigir algo, pois há que ter, em primerio, noções basicas de economia e de logística de onde abrir seu negócio, e por isso a maioria destes negócios fecham em até 2 anos, mas sei que mais da metade não chegam até um ano.
Cada pequeno negócio destes quando fecha gera dois desempregados diretos, o do desempregado propriamente dito, com direito a salário desemprego, FGTS, PIS, indenização por tempo de serviço e o coitado do dono daquela lojinha que ainda fica com o nome sujo no mercado, sem dinheiro para fechar a lojinha contabilmente, e sem direito a nada.
Não tenha quem não tenha observado a quantidade de lojinhas que fecharam no último governo Dilma, pelas ruas das cidades e nos shoppings também, foi uma catástrofe econômica, e onde trabalhavam a maior parte dos milhões de desempregados que ainda estão nesta situação
Então no passado ao invés do comunismo o que precisava-se fazer para pôr ordem na casa era gerar justiça social, como ocorreu aqui com as leis trabalhistas, repouso remunerado, horas extras limitadas e pagas com acréscimo, férias, o que foi bom para aquela época, mas nos dias de hoje realmente tem que haver uma readequação.
Em contraponto no Japão só se folga no domingo, não tem férias, eles tem um fetiadão lá que equivale, mas é para todosn, nem décimo terceiro que quebra as pernas de muitas empresas por aqui, não poucas precisam pegar emprestimo em banco para pagá-lo
Os tempos mudam e a informação explodiu, então muitos funcionários podem fazer seus serviços de casa, outros não precisam da semana inteira para serem realizadas, e cedo ou tarde algumas vão deixar de existir mesmo, como os cobradores dos ônibus, não adianta querer mantê-los, pois atrasa o país e a tecnologia.
Todo mundo diz que em alguns países da Europa ou na Ásia não tem funcionários para diversas coisas, como nos trens e metrôs e outros comercios pequenos, o que ninguém diz, ou não observa, é que o controle é feito por amostragens, no caso dos trens ou metros, onde aleatoriamente alguém é solicitado discretamente a mostrar o seu ticket, e se não tiver será levado até à delegacia mais próxima para fazer registro e pagar uma multa que desestimula qualquer um a tentar dar uma de espertinho ou ser reinscidente.
Povo educado? Sim, mas disciplinado com o rigor da lei, pega o jornal e coloca o dinheiro na caixinha? Sim, mas também está sendo filmado, então isto acaba incutindo na população a honestidade, como princípio, com o tempo.
Então nos dias de hoje o ideal comunista é só para gente atrasada, ou fanática, e normalmente invejosas e que não veem que assim todos perdem, pois o atraso é inevitável, pois partem do princípio que se "eu não posso, então ninguém deve ter", e não o principio do capitalismo que diz: Se ele tem, então vou me esforçar para tentando também te-lo" ou com viés de ditador, pois não cabe mais esta ideologia, nem nunca deveria ter existido, pois premiou os mais incompetentes e puniu aqueles que gostariam e tinham capacidade de melhor crescimento pessoal e inventivos.
Estimulou a apatia, que todos que viajaram para estes países, mesmo depois da caída do muro de Berlim, onde os funcionários ficavam encostados nas portarias e os hospedes tinham que carregar as malas na maioria deles.
O comunismo criou seres humanos apáticos.
Um exemplo caseiro que posso citar da evolução das coisas: Um jardineiro que antes levava o dia inteiro para cuidar do meu pequeno jardim, menos de dois mil metros em área semirural (coisa de burguês), hoje leva apenas 03 horas devido à evolução das ferramentas elétricas hoje à disposição, e eu pago pelo serviço feito e não mais por dia, então ele pode atender mais dois terrenos no mesmo dia, então o seu faturamento pode dobrar, ou então ele se dedicar a outras coisas.
Muitos prédios modernos não estão tendo mais funcionários próprios para as portarias, pois contratam empresas que via computadores, e câmeras, atendem, como se estivessem no local, a vários prédios ao mesmo tempo, assim como é feito em alguns países da Europa na área de trânsito das cidades. Há pequenas centrais por áreas da cidade que acompanham tudo o que acontece por câmeras e assim que acontece algum evento já aciona a viatura mais perto, que vai lá e já resolve.
Lá naqueles longínquos anos iniciais do século XX haver beleza nas coisas era coisa da burguesia, e por isso a única coisa que o comunismo nos deixou foi o desenvolvimento em armas, enquanto andavam de Ladas, aqueles carros horríveis que passaram a serem exportados da União soviética para nós, por um curto período
Naqueles países você não escolhia as cores da roupa, não tinham floricultura para comprar uma rosa para a namorada, uma papelaria para comprar coisinhas ou presentes, mais de uma padaria para você escolher a que melhor lhe atendia, aliás, melhor atendimento só pode ter no capitalismo, pois a concorrência é braba, o que não ocorria naqueles países, então no capitalismo é preciso estar sempre evoluindo para não sair do mercado e isto só pode ser bom.
Em vistas das minhas poucas experiências ao visitar países, tanto de um lado como de outro, não tinha como não observar que os comunistas nunca poderiam dar certo a não ser com muita violência e muros fechados para o mundo exterior, pois o mundo capitalista era muito mais atraente em todos os sentidos, da liberdade principalmente, claro, mas das coisas belas, tinha muito mais glamour, tanto no vestuário, nos carros, nos meios de locomoção, na arquitetura, nas praças, nos prédio modernos, nas opções de comida e restaurantes, nas guloseimas, que ninguém é de ferro, (ops eles eram) nos cinemas, nos teatros, na literatura, tudo afinal.
No maior estado capitalista do mundo (EUA) também existem mazelas, mas as leis deles desestimulam o mal querer , mas temos muitos outras sociedades menores onde o capitalismo funciona perfeitamente, como no Japão, Coreia do Sul, Dinamarca, Holanda, Portugal, e uma infinidade de outros países.
A China se não entra na lei de mercado onde estaria agora? Por outro lado, olha quantos empregos ela passou a gerar em outros países do mundo? Só no nosso quantos não são? Talvez tenham pego o exemplo de Xangai, (anexado a eles a pouco, por contrato já pré-existente)
Também a Austrália é um bom exemplo em contraponto ao nosso: Fundada no século XVIII, mesmo século onde tivemos a nossa independência, nos dá de dez a zero em ternos de já ser um pais de primeira linha em relação a nós, pois já não tem os desmandos que acontecem aqui.
Uma vergonha para nós.
Ninguém troca de carro se não saiu um melhor e mais bonito e mais avançado, assim como em tudo o resto produzido, seja uma geladeiras auto limpantes lançada, uma TV de plasma, uma de Led, uma mais fina que outras, uma que se confunde com a parede da casa quando desligada, e assim toda uma cadeia de produção garante a sua existência pela inovação perene sem que haja desempregados; sem que não haja pesquisas em todas as áreas para transformar a vida das pessoas melhores e mais bonita.
Quando cheguei em Praga, capital da República Tcheca, já dez anos depois da queda do muro de Berlim, e da sua libertação da URSS, primeiro achei que nós, eu e meus dois amigos, tinhamos nos ferrado, pois saltamos numa estação bem antes da devida
Enquanto meus dois amigos ficavam tagarelando no banco de trás eu fui ligado no motorista do taxi (nada simpático) que não largava do seu celular, falando na sua língua eslava, claro, e a aparência do entorno ficava cada vez mais ermo e obscuro, e ai pronto "estamos ferrados", mas felizmente só foi uma primeira impressão.
Ao chegarmos o Hotel nos pareceu esplendoroso em forma de estrela com a bela recepção no entroncamento de todas no centro, e até ai tudo bem, corredores em mármore, um restaurante não muito movimentado, poucas opções de pratos, e um cassino vazio.
A feiura do comunismo começou a aparecer quando entramos no elevador para irmos para os nossos aposentos: Sem ascensoristas claro, e eram daqueles dos primórdios da construção civil com puxa porta em sanfona de ferro para lá e para cá, daqueles primeiros construídos mesmo e que ainda encontramos em prédios muito antigos das nossas cidades; barulhentos que só, e na medida que subia íamos vendo aquelas paredes sem nenhum acabamento, deprimente, e o pior é que dentro dos aposentos não melhorou em nada, as paredes eram só rebocadas, mal pintadas e escuras, nada de confortante.
Na hora do café outra surpresa: mesas destas de festas juninas com madeiras compridas em cima de cavaletes, privacidade nenhuma, todos sentávamos uns ao lados do outros.
Então depois fomos andar pela cidade, ai sim ficamos maravilhados, com certeza umas das cidades mais bonitas da Europa, mas isto porque das construções de antes do comunismo, como seus castelos, suas pontes e praças majestosas e medievais.
O que a cidade tinha de belo era tudo do período pré comunismo, deste nada de belo foi produzido, afinal, como já dito, beleza é coisa de burguês, então não entendo artistas renovados ainda defenderem aquele sistema de ditadura onde o belo não é prioridade.
Depois vimos em Viena que não tem como não se gostar de coisas belas, harmônicas e seguras, e ali nestas comparações já deu para ver como era sombrio viver-se naqueles países fechados como eram os comunistas.
Cuba por exemplo, onde o que é belo ainda é do pré Fidel e os automóveis ainda são os daquela época, TV só estatal, rádios, sim ainda existem, então como ter emprego? Ou ânimo para melhorar de vida já que para isso só no comércio informal e ilegal?
Ao entrar no aeroporto de Viena, eu que sempre fui observador, já observei que já na escada rolante tinha uma grande câmera a nos filmar, coisa que meus amigos nem observaram, mas hábito que aprendi a ter quando na década de setenta andava com amigos que gostavam de fumar algo que era novidade para todos na época, mas que dava cana brava.
Ao longo dos lugares aonde íamos eu sabia que sempre estávamos ao alcance de alguma câmera, então comparando os dois países eu posso dizer a grosso modo que:
No comunismo não há liberdade, tudo é feio, e ainda assim somos todos vigiados, e nos países ocidentais temos toda a liberdade, belezas em todos os setores, mas para manter essa liberdade somos também todos vigiados, mas para o bem e a segurança da coletividade e não para oprimir.
Beleza para os comunistas era supérfluo, e carros bons idem, mas nesta pequena viagem deu para ver como é bom ser burguês, e se este é caso qualquer trabalhador também gostaria de ser, pois qualquer cidadão, independente da condição social é livre para estudar ou não, e trabalhar, embora muitas vezes não gostemos do trabalho que fazemos, mas ele nos dá o nosso sustento digno, pois somos livres para escolher.
Voltando para o Brasil, e para encerrar esta missiva vamos lembrar dos veículos que foram importados da Rússia, logo depois da caída do muro de Berlim, e que a cultura de um país vem do povo e é dali que surgem as novidades culturais de forma natural, não de forma institucional como o ballet russo, onde os dançarinos e atletas eram feitos escravos e turbinados para aparecerem bonitos para o mundo, mas o comunismo não criou nada de bonito.
O que tem de bonito na Rússia é tudo o do antes do comunismo, sua arquitetura, seus castelos, suas pontes...
Nunca vi artistas brasileiros, ainda a favor daquele tipo de ditadura, assim como o que está acontecendo na Venezuela, viajar para estes países para passar suas férias, e olha que em cuba há belas praias e na Venezuela também..
Então para os outros cidadãos o comunismo é bom, como suas ideologias pessoais, mas, para eles, pessoalmente, nas férias ou no lazer, o melhor é aproveitar as mordomias só existentes nos países livres da Europa.
Então como já disse alguém: "Nunca vi um comunista sair de uma assembleia, pegar a sua marmita, e voltar para o trabalho.", todos se consideram do primeiro escalão, entre os simpatizantes do comunismo todos se veem como os da classe dirigente.
Recentemente chegou um artista global, infelizmente não lembro o nome, é de segunda linha, defendendo o Maduro da Venezuela, mas olha o país de onde ele estava vindo: Grécia, ironicamente o berço da democracia.
Então gostaria de ver ele trabalhando nas tvs destes países ganhando as merrecas que eles pagam e sem poder viajar. A grana dele, com certeza, ele não divide com os operários da Globo. “Conservai puro o foco dos vossos pensamentos e sentimentos, com isso estabelecereis a paz e sereis felizes” Abdruschin em sua Mensagem do Graal “Na Luz da Verdade” – acessível em, www.graal.org.br
|
Poeta
|
|
HOMENAGEM AO MEU VELHO'
O meu velho foi homem que nasceu no mato, mas perto de rio e do mar, e jovem saiu para o mundo. Ele que era da roça foi para mar adentro, até chegar em navio da marinha mercante, mas não quis ser mestre de navio, pois não gostava de mandar.
O meu velho foi um homem da água, mas que nunca aprendeu a nadar e nem nos viu crescer.
Lá pelos idos dos anos sessenta ele era um visitante itinerante em nossa casa, que a gente criança via de meses em meses, e olhe lá.
Quem era aquele senhor, que vinha de tão longe e que eu olhava como um ser distante?
Quem era aquele que vinha muito pouco, mas que nunca deixou de vir, mesmo que fosse uma vez no ano?
Não importava as distâncias, nem em que porto estava, nunca nos deixou faltar nada. Ele vinha nestes tempos em tempos, e não era possível, para mim que era muito acabrunhado, saber como me comunicar.
Ele não sabia puxar conversa em casa, talvez, por também se sentir um estranho naquele ninho, sem saber nada o que dizer. Talvez nós até o assustássemos, aqueles cinco estranhos a lhe olhar.
É, ele era homem do mar, e não sabia como com nós, em terra, se comunicar. Até que, apesar de tímido, comecei a tentar uma aproximação, já como adolescente. Quando dava, e se o navio estivesse por perto, eu dava uma cantada para ir lá passar o domingo, a comida era muito boa. Aquilo me encantava.
Aquele cheiro de aventura que só navio dá.
Aquelas escadas balançando, deixando a terra segura lá embaixo. Subia meio que segurando naquelas cordas inseguras. Mas mesmo assim, era difícil do velho se aproximar, não sabíamos muito o que conversar, dois tímidos.
Mas eu ficava maravilhado com aqueles corredores estreitos, aquelas escotilhas, aquelas cordas com diâmetros enormes, que eu nunca tinha visto, e principalmente aquela cozinha, sempre com o cozinheiro festeiro, pois em cozinha nunca pode faltar alegria. Aqueles refeitórios com tanta fartura, a casa de máquinas...
Aqueles homens diferentes, uns de pouco falar, outros de falar muito, cada um com o seu sotaque. Eram representantes de todo o povo brasileiro, cada um com as suas vivências, acostumados às solidões, longe dos lares, em tempos que a melhor comunicação ainda eram as cartas. Só lembranças familiares, enquanto viviam o seu presente, como se eles fossem, e na realidade eram, na convivência, mais próximos entre eles que os próprios familiares.
Até que aquele homem do mar se aposentou, e desceu daquela escada para nunca mais voltar às galés. E aí o bicho pegou. Como conviver numa família, vinte e quatro horas por dia, e que ele mal conhecia? Aquele velho passou uma boa barra. E nós com aquele estranho que não era de falar muito e que se sentia, acho, como um estranho no ninho.
Ficar na rua XV, conversando com aposentados, e outros velhos desocupados, não se tornou a sua praia e ficar em casa se metendo nos assuntos domésticos não se mostrou muito produtivo.
Foi para a rua procurar ocupação; o velho era boa praça; só não se acertava bem em casa. Foi fazendo amizades, ele se tornava bem-vindo, uma personalidade bem preenchida de tantas vivências e cativava, passando muita simpatia, mas nós em casa ficávamos sempre assustados e ele também.
Mas o meu velho foi crescendo na sua nova vida em terra e não podia é ficar parado. Foi de mansinho abrindo suas trilhas, assim como tinha aberto no mar.
Dentro da casa, invisivelmente houve uma divisão, a parte onde ficava o velho isolado, e o resto da turma com a D. Lela, que não via com bons olhos, aquele homem direto dentro da sua casa, embora nesta altura ele ficasse lá no fundo.
Mas eu queria conhecer aquele velho, abrir algum caminho. Ia lá, meio assustado, a D. Lela, não apreciava muitos estes contatos, que poderiam tirar a sua primazia.
E o velho que foi homem do mar, dentro de casa, se sentia um peixe fora d’água e continuava difícil de se chegar, estava acuado.
Eu nunca pedi dinheiro para o velho, mesmo quando não tinha nenhum. Sempre soube me virar, mas não sabia que caminho tomar na vida. Empregar-me não queria mais, não tinha tido boas vivências com patrões e nem com horários.
Até um dia que aquele senhor me deu uma dica, e que eu poderia ter algum resultado. Disse que me emprestaria um dinheiro para ir lá para o Rio Grande do Sul, na cidade de Caxias, vender uma mercadoria, que por lá iria faltar, e que só ele e mais dois tinham conhecimento disso, e na volta eu lhe devolveria o capital.
Deu-me pouco dinheiro, para não me deixar folgar e ter que sair na rua vendendo a mercadoria.
E eu chegando lá, apesar de muito intimidado, acabei tendo ‘ajudas’ e me dando bem e gostei do negociar. Já aí, em Porto Alegre, comprei mais da mercadoria e fui para o interior e depois pelo Brasil inteiro. Perdi a vergonha de pôr a cara para bater no meio do mundo.
E aquele velho, que era do mar, e se deu muito bem também em Terra, tempos depois me falou, que não aguentava mais me ver trocando a noite pelo dia, sem uma ocupação definida.
E aquele velho, que eu nem bem conhecia, dizendo poucas palavras, me encaminhou para a vida, como num toque de bastão mágico, e eu passei a ser próximo dele e a admirar muito aquele velho, que era um lobo do mar e que estava agora em terra.
Foi um dos maiores homens e um dos maiores negociantes que eu conheci, pois se deu muito bem também em terra, e o que mais eu admirei. Nunca conheci ninguém com aquela bagagem e aquela maneirisse que ele tinha e olha que eu conhecia a rua.
A facilidade de abrir as portas, sempre com aquele sorriso de quem sabe porque está rindo, era uma coisa admirável.
Aquele velho se tornou o meu melhor amigo e ai quando ele morreu, ai já em outra cidade, com outra família, naquela perto do rio onde ele tinha nascido, aos oitenta e sete anos, eu não fui ao seu enterro, pois não aguentaria ver gente falsa e que o maltratou, chorando perto do seu caixão.
Fui andar no quintal e curtir o sentimento que estava sentindo e mandar pensamentos para o velho que com certeza estaria me esperando, mas ai a minha esposa, para a minha surpresa, se chegou e disse que tinha avisado para ele não nos esperar, mas que desejávamos uma boa viagem para ele.
Alguns dias depois fiquei muito contente, e sorri dentro de mim, quando uma irmã minha falou:
'Que nunca imaginaria ver tanta gente no enterro do nosso velho e que um nosso primo, o que tinha me avisado da morte dele, muito rico, e muito chegado do velho, já tinha providenciado tudo de primeira na parte material possível, para a ida do nosso velho quando ela lá chegou'.
Mas para mim, que o conheci tanto, mesmo só quando já era adulto, não foi nenhuma novidade todo aquele carinho pelo meu velho.
Aquele meu velho que era muito boa praça, mas nunca tinha aprendido a nadar, nem conviver em família, e se sentia um peixe fora d’agua dentro do nosso lar.
‘Não é o lugar em que nos encontramos nem as exterioridades que tornam as pessoas felizes; a felicidade provém do íntimo, daquilo que o Ser humano sente dentro de si mesmo’ Roselis V Sass (graal.org.br)
|
Poeta
|
|
A VIDA NADA FÁCIL DE ALGUNS JOVENS E OUTROS TANTOS
Como muitas vezes a vida é aos vinte é tão difícil e incrível como tinha sido tão boa aos quinze. Como o tempo não passa quando estamos no turbilhão da adolescência que nos assalta, quer estejamos acordados ou não querendo acordar.
E como pode ser desumana a vida já aos quinze. Parece que os mais espertos, os com menos caráter e emoção, é que se dão bem. E como muitos, parecendo uns alienígenas, se sentem tão estranhos em qualquer ninho e estes são mais suscetíveis a sofrerem bullyng e ai se fecham mais ainda. Mas quem sofre neste mundo por desambientação pode ser por se chocar com a baixa média ética e moral existente nestes dias modernos, então, ainda que sofra, tem alguma chance boa de encontrar os esclarecimento na sua procura por soluções que o levarão a uma visão melhor e encontrarem a verdade na vida e com o tempo uma afetividade assertiva e natural, se não se perder no caminho.
Sofre-se por erros ou enganos de outras eras, bem antes da vida intrauterina que é só a entrada para esta nova vida, e que agora se chocam com a realidade do meio, não adianta se enganar, pois aqui o “Semeias e colherás, tão batido por Jesus e um dos seus principais ensinamentos, demos motivo em algum dia e é nas futuras vidas que elas acontecerão, pois se não o mundo seria muito injusto.
E esta vida parece tão curta quando temos mais que sessenta e, com menos de vinte não é fácil acreditar que esta passagem seja vista tão rápida posteriormente, pois na juventude ainda temos a sensação de eternidade e isto faz parecer que a vida se arrasta, feito bicho preguiça, não avança como gostaríamos para longe das nossas dificuldades.
Só que até aprender-se a interpretar este mundo, não dá tempo para parar. E ainda bem que nesta idade, o tempo parece não avançar, mais tarde daremos valor a isso, pois veremos que muito do que aconteceu nesta faze da vida nos acompanhará para toda ela.
Mas de onde vem este desacerto de tantos? Tudo em volta parece complicado e o convívio social mete medo para muitos, e para outros tudo parece ser tão fácil.
Quantas correntezas contrárias para atravessar e ainda não sabendo nadar. Quantas escolhas no escuro por não saber o melhor caminho. Quantos maus hábitos adquiridos para se manter no meio e garantir a vaga. Quantas vezes não fomos contra a nossa intuição, a voz da nossa consciência por causa desse meio, ou para se adequar com o mundo estranho que acontece a nossa volta e pode acontecer que em momento até que você nem sabe mais o que é o certo e o que é o errado neste mundo estrambelhado. Nunca a terapia freudiana vai explicar pois ela vai até a vida intrauterina, mas isto é muito limitado, pois a origem dos tormentos ou das alegrias que regem a vida de todos vem bem antes deste período, está no que hoje não temos mais conhecimento, pois existe vida e muita vida, antes deste período intrauterino, mas para isso temos que acreditar em vidas que se seguem de tempos em tempos e em intervalos de dezenas de anos, embora sempre sejamos os mesmos só que com as colheitas e influências das opções erradas ou corretas da vida anterior e que ficam gravadas na nossa alma que é, esta sim, sempre a mesma e o "eu nosso verdadeiro" vai influenciar no meio em que viveremos na próxima, pois o cérebro com a sua consciência fica aqui, se apaga junto do corpo, que é só algo provisório. As marcas indeléveis que trazemos se revelam nos pendores, vícios, ou sofrimentos anímicos ou matérias na atual vida, mas que nos influenciam e dão pistas de onde erramos na anterior, é só analisar aquilo que mais nos aflige nesta, pois pelos frutos podemos ter uma ideia da sementeira.
Aqui citamos o exemplo nos dado por Abdruschin em sua Mensagem do Graal "Na Luz da Verdade"* dissertação "A força sexual em sua significação para a ascensão espiritual:
"Se tiver, por exemplo, o desejo de dominar, não nascerá acaso num ambiente onde ele próprio então possa viver na realização de seu desejo; ao contrário, será atraído por uma pessoa com acentuada tendência para dominar, que, portanto, intui como ele,e assim por diante. Expia dessa forma o errado, em parte, ou acha a felicidade no certo. Pelo menos tem a possibilidade."
Outro exemplo vivenciado: Uma pessoa que reprimiu o seu desejo sexual, de forma antinatural e por motivo religioso ou não, por exemplo, e oprimiu outros com está doutrina falsa numa vida passada, hoje tem dificuldade na área porque aquela sensação de proibição, de estar fazendo algo errado, ainda está incutido na alma, e ele vai ter vergonha até de andar de mãos dadas durante o dia, pois parecerá que agora todos a estão olhando de forma incomoda, pois quem oprimiu agora se sentirá oprimido, embora seja só uma sensação íntima e por outro lado, pode levá-la também ao sexo doentio como um dique que estoura, e que vira um vício como tantos outros e que vai dificultar muito a sua vida afetiva e lhe causar mais vergonha também, um círculo vicioso que ele tem que superar, sem fazer mais mal a outras pessoas para não gerar outros fios.
Busquemos então a solução, pois só nós podemos dar início a ela não adianta nos mantermos em enganos e pôr a culpa nos outros, eles só foram um meio para a nossa colheita, e entender porque a vida é assim tão dificultosa para uns e para outros não, porque uns povos vivem em guerras e outras não, porque uns são ricos e outros pobres, uns são bonitos e outros não, uns tem a vida facilitada e outros não, pois tudo são oportunidades para termos as vivências que precisamos, e os ricos de hoje poderão ser os pobres de amanhã, assim como já fomos tanto uns e como outros desses em algum tempo na nossa história que foi formada por muitas vidas.
*Mensagem do Graal - Na Luz da Verdade - de Abdruschin - www.graal.org.br
|
Poeta
|
|
Está escrito que quem viria, na época atual, seria IMANUEL - O FILHO DO HOMEM
Então escrevo fazendo um paralelo na vida terrena de Jesus, nas coisas corriqueiras do dia a dia, e na sua missão, e como seria a vida de Imanuel - O Filho do Homem, dentro da burocracia atual, e a forma como ele transmitiria a sua Palavra e realizaria a sua missão.
JESUS – O FILHO DE DEUS - O AMOR
IMANUEL – O FILHO DO HOMEM - A JUSTIÇA
NASCIMENTO DE JESUS – O FILHO DE DEUS: Uma geração em um espirito especialmente preparado e agraciado para esta missão. Uma gravidez normal, parto normal.
NASCIMENTO DE IMANUEL – O FILHO DO HOMEM: Através de uma geração em uma alma feminina especialmente preparada e agraciada para esta missão, que teria uma geração, uma gravidez normal e nasceria, logicamente, também através de um parto normal
FORMAÇÃO TERRENA DE JESUS – O FILHO DE DEUS:
Teve uma infância e adolescência, como qualquer jovem de sua idade, sem ter ciência da sua origem divina, por isto não se saber nada deste período e, como se sabe, a venda lhe caiu, só quando foi batizado por João, o Batista.
FORMAÇÃO DE IMANUEL – O FILHO DO HOMEM: Teria também uma formação normal, como qualquer jovem, cursaria os cursos que um jovem atual costuma ter até chegar o momento do desvendamento, como ocorreu com Jesus no batismo com João Batista, e a partir daí, tendo ciência de quem é, e porque veio, iniciar a sua missão.
VESTIMENTAS E HÁBITOS PESSOAIS DE JESUS O FILHO DE DEUS:
Eram as roupas usadas na época, roupas de um lugar quente, vestidas pela maioria das pessoas. Tinha barba e cabelo comprido, como a maior parte dos homens daquela época.
VESTIMENTAS ATUAIS DE IMANUEL - O FILHO DO HOMEM:
Roupas sociais e casuais, ou ternos, roupas do dia dia como nós, de acordo com os hábitos da região e do país em que ele nascesse. Cabelos curtos, como usamos atualmente e provavelmente sem barba, devido às facilidades de estas serem feitas hoje em dia.
LOCOMOÇÃO FÍSICA DE JESUS – O FILHO DE DEUS:
Através de caminhadas a pé, ou utilizando algum animal, usual na época e naquela região, como mulas ou jegues.
LOCOMOÇÃO DE IMANUEL – O FILHO DO HOMEM:
Através de automóveis e conforme as distâncias, aviões, trens ou ônibus.
DOCUMENTOS DA ÉPOCA DE JESUS – O FILHO DE DEUS:
Filho de quem era e da região da qual era procedente: Jesus de Nazaré ou Jesus, filho de José o carpinteiro.
DOCUMENTOS DE IMANUEL - O FILHO DO HOMEM:
Documentos de identidade, carteira de motorista e passaporte. Teria um nome e sobrenome de acordo com a sua paternidade e família terrena, como qualquer pessoa. Seria identificado, como Imanuel - O filho do Homem, somente por aqueles que reconhecessem a sua Palavra, assim como também Jesus só foi identificado como filho de Deus pela sua palavra.
HOSPEDAGENS DE JESUS – O FILHO DE DEUS: Como era natural na época, em casa de conhecidos ou de seus próximos e seguidores.
HOSPEDAGENS DE IMANUEL - O FILHO DO HOMEM: Hotéis, quando em viagem, ou eventualmente em casa de alguém próximo e, com certeza, teria sua própria residência, no país de sua nacionalidade.
ALIMENTAÇÃO E DESPESAS PESSOAIS DE JESUS O FILHO DE DEUS: Eram providenciados por seus discípulos e seguidores mais próximos, pois sempre andavam juntos, e pelo hábito na época, de se alimentar na casa de alguém, mesmo quando fosse desconhecido, quando em viagem.
ALIMENTAÇÃO E DESPESAS PESSOAIS DE IMANUEL - O FILHO DO HOMEM: Teria alguma fonte de renda para que isto não fosse impedimento para a sua missão e nem depender de ninguém.
CUMPRIMENTO DA MISSÃO DE JESUS – O FILHO DE DEUS:
Através das pregações e preleções que iam sendo feitas durante as suas jornadas e caminhadas, limitadas, devido aos meios de locomoção, àquela região geográfica, como já era feito pelos profetas anunciadores da sua vinda.
CUMPRIMENTO DA MISSÃO DE IMANUEL - O FILHO DO HOMEM:
Logicamente não se vincularia a nenhuma seita ou religião, assim como Jesus também não o fez, pois a Mensagem que ele traz é dirigida a cada Ser humano, portanto a toda a humanidade, independente de nacionalidades ou credos, que hoje são milhares pelo mundo.
E para isso editaria livros, onde ele traria a Palavra de seu glorioso Pai pela última vez, e como última ajuda para a humanidade, antes do julgamento último de cada um, conforme prometido por Jesus.
Seus seguidores procurariam divulgar sua Palavra, através da Internet, bibliotecas, livrarias, e outros meios auxiliares possíveis
Ele não iria atrás de ninguém para que aceitassem a sua Palavra, assim como Jesus também não o fez, apenas as editaria e os seus seguidores as disponibilizariam em diversas línguas, como os discípulos de Jesus continuaram na divulgação de boca a boca, único meio na época.
Ele não poderia ir de país em país, como alguns pensam, pois este tipo de divulgação seria impossível nos dias atuais, devido às leis de cada país, e principalmente ao fato de que a sua Palavra deve chegar ao alcance de todos que a estiverem ansiando e entre todos os povos da Terra, como está prometido, para que se julguem, e isto seria impossível, senão através de livros ou internet.
E está escrito na Bíblia: "O que hoje é ensinado dentro das casas no futuro virá por cima das casas"
E quem a almeja deve ir procurá-la e não ficar esperando que ela lhes seja trazida em mãos. Poderão perder o bonde se ficarem esperando dentro dos seus templos, sem olhar no novo ao redor.
Imanuel não chegaria vindo dos Céus rodeado de anjos no plano material visível, como muitos também esperam, pois isto é impossível pelas leis da natureza, que são as leis perfeitas instituídas pelo Seu Pai, e que o Ser humano não conhece mais.
E se isto fosse possível Jesus também teria vindo desta forma, mas não é, como comprovam as Leis da física, que são as leis da natureza, as leis de Deus, portanto ninguém nasce pronto na matéria, tem que passar pela geração, encarnação e nascimento e depois o desenvolvimento natural até chegar a época da missão, quando lhe é tirado a venda dos olhos e ele toma ciência de quem é porque veio, como o ocorrido com Jesus
Isto não é uma opção, é uma consequência das leis perfeitas de Deus e o que é perfeito não se muda, e se ele viesse só com o seu corpo espiritual nós não o poderíamos ver com os nossos olhos corpóreos, e ele não teria como realizar a sua missão.
O que dá vida são as essências encarnadas nos corpos, ou uma alma animal, ou um espírito humano, ou um núcleo de origem divina, como ocorreu especialmente nestes casos. O corpo só dá a guarida e a viabilização, conforme as leis.
"Quem não se esforça para compreender direito a palavra do Senhor, torna-se culpado" Abdruschin em sua Mensagem do Graal "Na Luz da Verdade" disponível em www. graal.org.br
|
Poeta
|
|
A FINALIDADE DA VIDA: SERMOS FELIZES E SÓ TEM UM CAMINHO.
E passa por reencontrarmos a saída do meio de todos os desencontros e entulhos com que sobrecarregamos a nossa alma.
E o lugar onde temos que procurar o caminho que nos leve de volta para a felicidade é ali, dentro do nosso íntimo, e por isso muitos mantem a paz interior mesmo no meio de guerras ou aflições, e muitos sabemos como é tortuoso, obscuro e confuso tudo o que tem ali, e por isso a necessidade desta procura e limpeza.
Então a chamada purificação está em nos livrarmos dos entulhos ali colocados ao longo do tempo, e que não se iniciou quando viemos para este mundo. Então é certo dizer que a alma em estado natural é cristalina e nós é que a entulhamos de coisas que nos vão fazer sofrer, pois perdemos o discernimento cristalina das coisas quando visto de forma distorcida pelos nossos medos, nossa vaidade, nossa avareza, nossa desconfiança, nossa ânsia por coisas materiais e imateriais.
"Conservai puro o foco dos vossos pensamentos, com isso estabelecereis a paz e sereis felizes" já nos diz Abdruschin em sua Mensagem do Graal "Na Luz da Verdade", e que também nos ensina de como nos livrarmos desses entulhos, pois sem esclarecimentos é muito mais difícil.
O íntimo da maioria de nós se tornou um labirinto onde é difícil achar a saída, e procurar a felicidade passa pela procura de clareza nos sentimentos que surgem ali e dos pensamentos que os insuflam, e nos insuflam para este ou aquele tipo de sentir.
E é este sentir que dirige a nossa vida, pois a felicidade é como o pote de ouro no final do arco-íris, todos nós nos maravilhamos nesta possibilidade e devemos nos estimular a caminhar, mas a caminhada não terá fim, pois não tem fim a nossa jornada, assim como não tem fim o arco-íris, quando vamos chegando perto ele vai se distanciando, ou sumindo, assim como a felicidade, só que neste caso há um fim real, depois do último entulho, assim como era no início da nossa existência da qual faz parte esta atual vida terrena.
Este pote de ouro nós sentimos intuitivamente que não se trata de um valor monetário, sentimos que é algo bem maior do que o próprio ouro, é algo que nos encanta pela sua magia.
A felicidade devemos coloca-la como objetivo e seguir o caminho mesmo sabendo que é um pote de ouro quase inalcançável nesta vida, mas o caminho é real e tornar este caminho cada vez mais luminoso, mais florido, com mais encanto, é que vai torna-lo tão bonito e gostoso que vamos esquecer que possa existir mesmo o tal pote no seu fim, ou mesmo não vamos mais querer que este caminho termine.
Pois nós não vamos mais querer que ele tenha fim, pois a própria caminhada vai nos trazer tanta alegria que não vamos querer terminar de dar passos para fora destes entulhos todos.
E do nada, na própria caminhada, teremos encontrado a felicidade e vamos ver que ela é bem simples, e que bastou apenas limpar a sujeira em que a soterramos. "Não é o lugar em que nos encontramos nem as exterioridades que tornam as pessoas felizes; a felicidade provém do íntimo, daquilo que o ser humano sente dentro de si mesmo” já nos dizia a sabia escritora Roselis von Sass – www.graal.org.br
|
Poeta
|
|
O MAL DA CARÊNCIA CRÔNICA
“Quanto mais você se preocupa se os outros gostam de você, menos eles gostam de você.”
Numa experiência feita pela London Businiss School com 102 voluntários, as pessoas que demonstraram maior nível de ansiedade social e preocupação com a opinião alheia foram as mais rejeitadas pelo grupo.
A carência e o sentimento de nulidade pessoal, dando-se vazão, pode tomar conta de todo nosso ser, pois pela vergonha crescente de se expor e a carência sempre aumentada pelo isolamento, acaba afastando o indivíduo do convívio social e uma coisa acaba alimentando a outra.
Uma pessoa carente é insaciável na vontade de ser escutada, mas normalmente isso não acontece por isso mesmo, pois ansiosamente ela tenta recebe-la e não sabe esperar pelo momento certo de interagir e nisto acaba arruinando muitas boas conversas, que se encerram e as pessoas se espalham e ela fica ali novamente sozinha se sentindo frustrada.
É como se a pessoa estivesse morrendo afogada e fica se agarrando e puxando para baixo as pessoas que poderiam salvá-la, mas que por isso acabam abandonando-a.
É uma grande luta o aprender a ser equilibrado sem o ser, saber o momento certo de interagir, sabendo esperar o outro, estar calmo para isso e com naturalidade, pois ela não tem nada disto, está apavorada, e o mundo não espera.
Não há paciência nos dias de hoje e os considerados chatos não são primazia dos dia atuais, nem fazem parte da maioria dos que se sentem solitários, pois sempre existiram, mas não motivados propriamente por carências, estes se situam mais nos tempos modernos.
E quanto a estes embora o pareçam ser na verdade não o são, normalmente são até mais inteligentes e articulados, mas possuem esta dificuldade de interação e acabam dando a impressão errada que prevalece.
Se em um primeiro momento não deu certo de se interagir, paciência, vai-se em frente, não adianta se recolher para a sua solidão. Vai mais uma vez, mais uma e mais uma; tantas quantas forem necessárias.
É um trabalho penoso, como enxugar gelo, mas primordial para a sobrevivência e uma qualidade de vida melhor, não importa quando, tem que ser um objetivo de vida.
Muitos nesta luta para voltarem ao equilíbrio do convívio social muitas vezes vão para o outro extremo e começam a dominar todas as conversas, pela sua agucidade intelectual, mas sem haver ai o tão necessário dar e receber e se tornam divertidos, alegres, bons de papo, mas lá no fundo continua aquele ser solitário que volta e meia tem uma recaída.
Típica bipolaridade, que nada mais é do que uma pessoa depreciativa lutando pela sua superação e que a joga no outro extremo, mas ambos os polos passam longe do equilíbrio que é onde estaria a sua felicidade, o seu eixo.
Há o momento de falar e o momento de escutar, mas para estes é muito difícil aguardar este tempo certo e passam a ser considerados chatos, o que gera mais carência.
É difícil deixar de ser considerado assim sem que seja superada a carência, que é uma areia movediça, mas se esta for superada a pessoa normal e agradável aparece.
Dureza, mas há um grande consolo: Este "chato" tem salvação ao contrário dos outros de carteirinha, embora ele sofra mais, pois o que mais quer é aprender a "nadar", interagir naturalmente, com todos à sua volta, mas para isto precisa serenar a sua alma aflita, e ninguém pode fazer isto por ele a não ser ele mesmo e de dentro pra fora.
"A força da boa vontade forma à tua volta um círculo capaz de destruir a ação nociva do mal ou atenuá-la bastante, da mesma forma que a camada de ar protege o globo terrestre". Abdruschin em "Na Luz da Verdade" - www.graal.org.br
|
Poeta
|
|
MEU MUNDO DE MANDARIM
O meu mundo agora sou eu que crio Ando mais querendo ficar na minha Já não insisto tanto em companhia E meu mundo é restrito ao meu canto
Tenho alguns cachorros e meu amor E uma tv grande para ver o mundo Que de já tão pequeno me sufoca E um computador que me desloca
Já estou querendo um mundo só para mim Que me mantenha na real e sem muito virtual Já não preciso de tanta gente para ser feliz Já não anseio em ficar perto de burburinho
Já não quero ver tanta multidão Nem escutar seus murmurinhos Quero as pessoas da boa escolha E a vizinhança que me faz bem
Quero o barulho e o brilho da noite Enfeitando a minha escuridão Quero a luz dos lindos vagalumes Que de brinde ficam no meu jardim
Quero ver as estrelas na lua cheia Sentir o frescor que vem das areias E a chuva que jorra nas corredeiras Quero no silêncio grave da madrugada Sair na noite caminhando sem temor
Aqui no meu cercado quero ser um rei Aliando o poder do melhor mandarim E sendo eu próprio o melhor espadachim Quero manter a paz e o amor do bom pastor Mas sempre ligado como um sagas samurai
Quero ser feliz como os primeiros e leais cristãos Carregando a convicção a fé e o amor no peito Que são a melhor lâmina para nos dar proteção
'Não é o lugar em que nos encontramos nem as exterioridades que tornam as pessoas felizes; a felicidade provém do íntimo, daquilo que o ser humano sente dentro de sí mesmo' Roselis von Sass - graal.org.br
|
Poeta
|
|
A SOLIDÃO VIRTUAL
Quem já vivenciou uma solidão real e absurda sabe das limitações da amizade virtual. Muitos usuários quando desligam o computador voltam a sentir a desolação infinda que esta solidão, mesmo no meio de uma multidão, ocasiona, e a visualizam novamente no seu íntimo, e muitos para não a visualizarem ficam ligado na net até caírem de cansado para não senti-la.
Cada geração teve as suas válvulas de escape, mas a maioria nem sempre foram positivas e as redes sociais não fogem disso, são uma fuga para muitos dos seus usuários; estão esta chega a se tornar um vício como outro qualquer e pela facilidade de acesso podem se tornar compulsiva.
A solidão é incapacitante quando não é uma opção; é um estado de alma, e em muitos casos resultado da nossa falta de traquejo, inabilidade de conviver com o outro e outras decepções que podem levar a uma autoestima baixa, e por ai vão se somando outras vivências por outros "n" motivos como possíveis bullyng e traumas durante a nossa formação e, quando se vê, se está enleado e sem mais nenhum discernimento das causas que se perderam no caminho e não visualizamos mais saída, pois cada vivência negativa dessas vai nos deixando mais fracos para encarar outras futuras levando-nos ao ponto de perdermos todas as forças de reação e ai nos tornamos imobilizados e cada vez mais ultra retraídos em função disso
O mundo atual, tão dependente do virtual, também está ajudando cada vez mais a muitos viverem no auto isolamento doentio.
"O homem não é uma ilha" nos ensina a sociologia, mas muitos assim vivem hoje e o mundo virtual é o canal de ligação. Mas este canal dá a impressão que estamos dentro de uma cápsula (o nosso quarto, sala) e entrando em contato com milhares de pessoas virtuais onde todos nos agradam e estão espalhados por todos os cantos.
Estamos virando uma ilha rodeados de antenas e satélites que alimentam estes retraimentos e vergonhas de novamente se expor pelas experiências reais negativas e o " ficar incapacitado" para superar este estado que se instala.
Voltar ao ritmo do mundo, surfar nas suas ondas sem ficar levando caldo em cima de caldo, no linguajar dos surfistas, passa a ser muito complicado.
Esta dificuldade poderá ir nos imobilizando em graus diferentes, e não em paz quando é resultado de uma decisão consciente e pessoal, mas quando é uma falta de opção causada pelo medo crescente ela torna-se uma fuga pois, o estar só, está longe bem longe de nos sentirmos solitários.
É como estarmos à beira de um abismo anímico onde para ultrapassá-lo teríamos só que dar um passo, mas nos vemos tão imobilizados pelo medo criado que não temos esta coragem e ai podemos afundar nesse abismo sem fundo de onde para sairmos depois, quando nos dermos conta desta necessidade para dar continuidade à vida, os esforços terão que ser redobrados.
E enquanto isso o mundo transcorre normalmente à sua volta, sem ninguém conseguir imaginar que ali do lado está uma pessoa aterrorizada com as coisas mais simples do mundo, e por isso no mundo virtual é mais fácil, pois nos aceita sem maiores exigências ou cobranças, mas só nos veem de forma superficial com aquilo que se queira mostrar ou com aquilo que omitimos para parecermos melhor.
Assim como qualquer meio de viciados nos aceitam sem maiores exigências a não ser que compartilhemos do vício deles.
O mundo real pode tomar esta dimensão intimidadora devido à nossa incapacidade de nele voltar a interagir e nesta vamos sendo atropelados.
Se estamos nesta situação há aprendizados a serem colhidos, mas ver desta forma é muito difícil enquanto estamos mergulhados nela; muitas vezes para os envolvidos não existe motivo aparente para terem estes medos aterradores existirem, pois não atinge seus irmãos criados com a mesma carga de carinhos e atenção.
Então este fato deve nos levar a pensar na existência de outras vidas possiveis anteriores a esta, onde as marcas passaram para esta atual, pois não há uma explicação plausível para estes casos de medos aterradores do convívio social já em tão tenra idade e, por isso, a psiquiatria freudiana é de tão pouco resultado, pois só consegue ver até a vida intrauterina e por isso mesmo é tão limitada.
O que já não podemos dizer da terapia cognitiva comportamental, cujo tratamento parte do mal em si para as soluções da exposição gradual, sem ficar tentando achar as causas que para os envolvidos no fundo não interessam, eles querem é a solução imediata para os seus problemas e esta terapia pode ajudar quando chegar a hora propícia.
A solidão no meio das multidões tem muito a nos ensinar, sofridamente mas tem, mas individualmente como voltar à normalidade?
Tendo força de vontade, determinação e foco. Uma vontade forte de superação, de vontade de se reintegrar novamente é fundamental, apesar das novas decepções, e aí as ajudas que não vemos começam a se engrenar também e vamos nos fortalecendo, pois a nossa vontade tem um força que não podemos dimensionar, o dito que elas “movem montanhas” não foi dito à toa.
Assim como um corpo inativo tende a ficar nesta situação, assim também ficamos animicamente, e assim como o corpo sedentário sofre no início da movimentação, assim também acontece com o nosso mundo emocional ou anímico que perdeu o compasso.
Todos nós sabemos da dificuldade de largar qualquer vício ou de mudar qualquer hábito e a solidão perene está nesta linha e só nós podemos dar fim a ela.
"Nenhuma criança aprende a andar sem levar muitos tombos, mas quase sempre sorrindo se levanta novamente, até adquirir firmeza nos passos. Assim tem de ser o ser humano no caminho através do mundo’. nos ensina Abdruschin em sua obra "Na Luz da Verdade" - dissertação Cismadores.
No mundo atual, não são poucos aonde a realização profissional vem bem antes da maturidade emocional, o que não acontecia antes, mas há que haver equilíbrio no nosso existir.
Se o mundo real nos parece assustador vamos nos preparando e nos fortalecendo para ele e não nos apartarmos dele por um lado, e por outro, nos afundarmos no virtual, pois a verdadeira vida só se desenvolve no real; é no calor ou na frieza da proximidade real que podemos reencontrar a harmonia e a paz que tanto ansiamos, mesmo que vejamos risinhos aqui e ali.
Mas cedo, ou mais tarde, temos que cair na real então o ideal é ir usando o relacionamento virtual como um trampolim para o real, mas não cair no erro de só se satisfazer com este.
O natureza do ser humano também é o de formar um ninho seguro com os nossos iguais e conviver sem se privar de outras realizações, e é natural sentir-se esta necessidade, faz parte da nossa natureza e necessidades,
O errado é não sentir isso, e muitos hoje tentam não tê-lo, ou o anulam totalmente por algum motivo, mas o moderno não nos tornou robôs, ainda temos a necessidade deste ninho protetor entre amigos e namoros, apesar de prováveis tropeços. Mãos à luta pois...
"Não é o lugar em que nos encontramos nem as exterioridades que tornam as pessoas felizes; a felicidade provém do íntimo, daquilo que o ser humano sente dentro de si mesmo' nos alerta também Roselis von Sass – www.graal.org.br
|
Poeta
|
|
Sesenta años, casi todo se fue, solo queda muy poco camino para caminar, lo que parecía estar lejano hace tiempo, el tiempo te lo fue acercando, ya estás ahí, a la vuelta de todo, a la mitad de la nada y sin pensarlo siquiera, te encontrarás cara a cara con ella, viene a buscarte, sabe que no puedes decirle que no, ningún sentimiento existe en la relación contigo, ni con los que te rodean, es como la vida, se presenta y ya, no le pide permiso a nadie no pregunta cuándo, ni cómo, ni porqué, son dos figuras que tienen todo el poder, jamás nunca nadie pudo con ellas, no son malas, ni buenas, simplemente un eslabón que segundo a segundo, hace mover el reloj de la naturaleza, es claro el mensaje que dan ambas, no les importa si estas, o no estas, porque no viven, ni mueren, pequeño engranaje de la existencia que comenzó hace millones de años, en un lugar desolado. A una la nombré, la otra es la muerte.
Por Conrado Augusto Sehmsdorf (Kurt)
[img width=300]https://statics.loff.it/wp-content/uploads/2014/11/loffit-otra-muerte-en-venecia-mariano-fortuny-madrazo-01-850x350.jpg[/img]
|
Poeta
|
|
A VIDA NÃO NOS LEVA, NÓS A CRIAMOS
Do pódio mais alto ele caiu, como uma ave atingida em pleno voo, estava carregado de sucessos, dinheiro e amigos importantes, então o tombo foi pesado e o estatelou no chão fazendo-o comer poeira.
Levantou com muito esforço até tentou descobrir como morreria, pois sentia que não sobreviveria por muito mais tempo depois do acontecido, mas ela ainda não era prevista, mas a famosa vidente só olhou para a sua cara e pensou que ele devia estar doido, provavelmente nunca tinha pedido um tal desvendamento, o de saber de como seria a sua morte, mas falou alguma coisa como que ele morreria no sofá da sala e sozinho, este sozinho não seria novidade, saiu de lá como entrou.
Uma amiga vendo o seu desassossego o aconselhou a procurar alguns lugares que faziam imposição de mãos para aplacar a sua ansiedade. Ele foi, mas se sentia envergonhado de estar ali, justo ele que tinha tido todos os esclarecimentos da vida, conhecia todos os segredos do Universo, mas não soube evitar de cair nesta desolação, mas a imposição das mãos também não deu certo para o caso dele, teria que haver muitas mãos.
Os dias se arrastavam lentos e nem os amigos mais procurava, eles tinham ficado no passado, e não serviriam para este momento de solidão e desolação extrema.
Da janela via como era difícil alguém se matar, ainda bem, e isto é uma proteção natural para muitos, e agir desta forma vai contra todos os princípios da natureza e não há sofrimento sem causa, e nem esperança de que acabe passando, é só dar o devido tempo, mas orar, o que também podia lhe ajudar, também não sabia, pois sempre achou que tudo era de sua responsabilidade, e que o Criador nos dava a vida e os esclarecimentos para seguirmos, caso os procurassemos, mas esquecia que ele também é principalmente amor, e como era triste não saber orar e isso o deixava se sentir muito mais sozinho ainda.
Outro vendo a sua tristeza, indisfarçável que era, até o convidou para ser pastor na sua igreja, talvez querendo ajudar, não era destas igrejas comuns, tinha até um status diferênciado, mas ele nunca entendeu bem este convite, mas as pessoas viam que ele estava perto de algum fim de linha, no fundo de algum poço, mas ele lutava, como sempre fez, era apenas mais um início, mas como era difícil desta vez e o tempo não passava.
Desta vez o tombo foi mais doído, pois desta vez ele tinha todos os meios materiais para lhe dar amparo, mas nada lhe dava alivio, nada lhe servia, então tinha que rastejar novamente comendo a poeira em busca de alguma água que lhe molhasse a boca; a vida era inclemente, mas só assim ele poderia encontrar a redenção e o esclarecimento, mas não espere amor antes da hora, antes do aprendizado, pois isto não seria amor, e amor só quer o nosso bem, mas esta espécie de amor não conhecemos mais, pois desconhecemos as leis divinas que regem toda a vida, e este amor visa o nosso bem maior e o alivio momentâneo não nos faria avançar.
O amor de Deus nos espera enquanto nos ampara, mas não tem como nos livrar do esforço, pois foi nós que nos colocamos nestas situações, e só reconhecemos o amor divino quando reconhecemos também como funciona também a sua justiça.
Um não existe sem o outro, mas ambos só atuam para o nosso bem.
“O que o homem semeia isto ele colherá” nos disse jesus, e isto passa de uma vida para a outra, pois senão não teria lógica, e por este brutal desconhecimento a maior parte absoluta dos seres humanos não tem mais a compreensão para o que acontece nos dias atuais e morrerão sem saber como funcionam estas leis que o esperam do lado de lá.
"Seja lá o que for, plantas ou animais, montanhas, rios, países estados ou seres humanos, ruirá tudo aquilo que não se mostrar no último momento como legítimo e de acordo com a vontade de Deus!" Abdruschin em Na Luz da Verdade - http://www.graal.org.br
|
Poeta
|
|