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3. Ele me ama, mas eu não.
A cena se passa no Brasil, em 1930.
Cena Única
Uma confeitaria fina. Há pessoas conversando distraidamente. Em uma mesa há duas moças. Uma é morena e usa um vestido azul, a outra é loira e usa um vestido preto. Elas se chamam Paula e Carolina.
Carolina(bebendo um gole de café)- Ah, amiga, não pode ser. Você realmente não o ama mais?
Paula- Nunca o amei, Carol. Foi um casamento feito às pressas, e tudo por causa dele.
Carolina- Mas e as cartas que vocês trocavam? Você dizia que elas eram românticas...
Paula- De fato, elas eram românticas, mas era começo de namoro.
Carolina- Mas vocês casaram rapidamente. Como pode dizer que não o ama mais?
Paula- Ele é chato, inconveniente, sempre reclama e quer sexo o tempo todo.
Carolina- A parte do sexo está te incomodando mais do que tudo, não?
Paula- Claro, minha amiga. Eu fico sempre cansada com tanto sexo.
Carolina- Imagino, mas ele tem um lado tão sensível e agradável...
Paula- Tudo isso apenas porque ele foge de conflitos. Ele prefere a paz a qualquer conflito. Parece medo, sabe?
Carolina- Homens assim geralmente não dão bons amantes.
Paula- Ah, Paula, nem me fale nisso.
Carolina- O que pretende fazer?
Paula- Terei uma conversa muitos séria e assertiva com ele sobre ele mesmo, se ele não gostar e não mudar, eu vou me separar.
Momento de tristeza em Carolina.
Carolina- Eu vou sofrer com vocês dois separados.
Paula- Não vamos separar, depois da conversa, ele realmente vai mudar.
Vemos um garçom se aproximar com um bilhete na mão. Ele se dirige a Paula, que pega o bilhete, agradece e o garçom se afasta.
Paula(lendo)- Ele aqui diz que precisa me ver agora. Não pode ser outro horário.
Carolina- Posso te levar lá?
Paula- Não, o escritório na Bolsa onde ele trabalha é perto daqui. Eu mesma vou até lá. Me espera aqui? Creio que vai ser conversa de meia hora.
Carolina- Não te prometo esperar, mas vou tentar.
Paula se levanta da cadeira, pega a bolsinha.
Paula- Deseje-me sorte, amiga.
Carolina- Tenha muita sorte, minha amiga.
Paula sai apressada da confeitaria. Ouvimos um barulho de construção ao longe. O pano desce com as conversas na confeitaria.
Fim
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Poeta
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3. Ele me ama, mas eu não.
A cena se passa no Brasil, em 1930.
Cena Única
Uma confeitaria fina. Há pessoas conversando distraidamente. Em uma mesa há duas moças. Uma é morena e usa um vestido azul, a outra é loira e usa um vestido preto. Elas se chamam Paula e Carolina.
Carolina(bebendo um gole de café)- Ah, amiga, não pode ser. Você realmente não o ama mais?
Paula- Nunca o amei, Carol. Foi um casamento feito às pressas, e tudo por causa dele.
Carolina- Mas e as cartas que vocês trocavam? Você dizia que elas eram românticas...
Paula- De fato, elas eram românticas, mas era começo de namoro.
Carolina- Mas vocês casaram rapidamente. Como pode dizer que não o ama mais?
Paula- Ele é chato, inconveniente, sempre reclama e quer sexo o tempo todo.
Carolina- A parte do sexo está te incomodando mais do que tudo, não?
Paula- Claro, minha amiga. Eu fico sempre cansada com tanto sexo.
Carolina- Imagino, mas ele tem um lado tão sensível e agradável...
Paula- Tudo isso apenas porque ele foge de conflitos. Ele prefere a paz a qualquer conflito. Parece medo, sabe?
Carolina- Homens assim geralmente não dão bons amantes.
Paula- Ah, Paula, nem me fale nisso.
Carolina- O que pretende fazer?
Paula- Terei uma conversa muitos séria e assertiva com ele sobre ele mesmo, se ele não gostar e não mudar, eu vou me separar.
Momento de tristeza em Carolina.
Carolina- Eu vou sofrer com vocês dois separados.
Paula- Não vamos separar, depois da conversa, ele realmente vai mudar.
Vemos um garçom se aproximar com um bilhete na mão. Ele se dirige a Paula, que pega o bilhete, agradece e o garçom se afasta.
Paula(lendo)- Ele aqui diz que precisa me ver agora. Não pode ser outro horário.
Carolina- Posso te levar lá?
Paula- Não, o escritório na Bolsa onde ele trabalha é perto daqui. Eu mesma vou até lá. Me espera aqui? Creio que vai ser conversa de meia hora.
Carolina- Não te prometo esperar, mas vou tentar.
Paula se levanta da cadeira, pega a bolsinha.
Paula- Deseje-me sorte, amiga.
Carolina- Tenha muita sorte, minha amiga.
Paula sai apressada da confeitaria. Ouvimos um barulho de construção ao longe. O pano desce com as conversas na confeitaria.
Fim
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Poeta
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Países conquistados Feridas abertas Oh, Deus, como O homem é vil.
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Poeta
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[i]18.
Espiritismo criado Para vivificar a fé Pura do Cristo que Ama a humanidade.[/i]
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Poeta
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18.
Espiritismo criado Para vivificar a fé Pura do Cristo que Ama a humanidade.
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Poeta
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2. A Boneca Maldita
A cena se passa na Holanda, no ano de 2017.
Cena Única
Um quarto de menino decorado com brinquedos, mas ao fundo há uma boneca bonita e agradável de se ver. A boneca é loira e tem olhos azuis. Um homem chamado Aert está vendo seu filho de 7 anos Alard brincar.
Aert- Alard, o que a sua mãe falou de mim para você?
Alard- Ela está nervosa com você, papai.
Aert- Mas por que?
Alard- Ela diz que o senhor sai todas as noites e volta muito tarde, e que também bebe.
Aert- Sim, mas eu bebo com os amigos.
Alard- Mamãe diz que você não tem responsabilidade, que o senhor só quer saber de festas.
Aert- Ah, meu filho, essa vida é tão dura e difícil que a única maneira de conviver com ela é com um pouco de festas.
Alard- Ela também diz que você namora outra mulher.
Aert(alto)- Em absoluto! Eu não tenho outra namorada além da sua mãe.
Alard- É o que a mamãe sempre diz...
Aert- Sua mãe é muito ciumenta, meu filho. Desde que começamos a namorar, ela sempre foi muito ciumenta. Ela nunca conseguiu se livrar desse ciúmes.
Alard- Entendo, papai, por isso vocês sempre brigam.
Aert- Sim, por isso estamos sempre brigando. Você está com fome?
Alard- Sim, papai, muita.
Aert- Farei algo para você. Fique aqui.
Aert sai do quarto. Alard vai até seus brinquedos e pega a boneca de olhos azuis. De repente ouvimos ela falar. Alard fica assustado.
Alard- Como assim essa boneca está falando comigo?
A boneca continua falando calmamente.
Alard- Eu vou jogar essa boneca fora. Vou tacar fogo nela.
A boneca começa a rir.
Alard- Boneca maldita! Eu vou te ensinar a me respeitar!
Aert entra no quarto com um prato de sanduíche e um copo de leite frio.
Aert- Meu filho, aqui está o seu lanche.
Alard- Papai, a boneca falou de novo... Ela...
Aert- Meu filho, eu já disse que essas coisas não existem. É apenas a sua imaginação abrindo as asas.
Alard- Mas, papai...
Aert deixa o prato com sanduíche e o copo de leite em uma mesinha.
Aert- Coma e depois faça seus deveres de casa. Eu vou ter que sair.
Aert dá um beijo no rosto do filho e sai.
Alard- Eu vou acabar com essa boneca. Mas não agora.
Ouvimos o barulho sutil de uma risada da boneca. Ela diz que colocará fogo na casa. Alard volta a brincar no quarto despreocupadamente. O pano desce rapidamente.
Fim
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Poeta
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[i]2. A Boneca Maldita
A cena se passa na Holanda, no ano de 2017.
Cena Única
Um quarto de menino decorado com brinquedos, mas ao fundo há uma boneca bonita e agradável de se ver. A boneca é loira e tem olhos azuis. Um homem chamado Aert está vendo seu filho de 7 anos Alard brincar.
Aert- Alard, o que a sua mãe falou de mim para você?
Alard- Ela está nervosa com você, papai.
Aert- Mas por que?
Alard- Ela diz que o senhor sai todas as noites e volta muito tarde, e que também bebe.
Aert- Sim, mas eu bebo com os amigos.
Alard- Mamãe diz que você não tem responsabilidade, que o senhor só quer saber de festas.
Aert- Ah, meu filho, essa vida é tão dura e difícil que a única maneira de conviver com ela é com um pouco de festas.
Alard- Ela também diz que você namora outra mulher.
Aert(alto)- Em absoluto! Eu não tenho outra namorada além da sua mãe.
Alard- É o que a mamãe sempre diz...
Aert- Sua mãe é muito ciumenta, meu filho. Desde que começamos a namorar, ela sempre foi muito ciumenta. Ela nunca conseguiu se livrar desse ciúmes.
Alard- Entendo, papai, por isso vocês sempre brigam.
Aert- Sim, por isso estamos sempre brigando. Você está com fome?
Alard- Sim, papai, muita.
Aert- Farei algo para você. Fique aqui.
Aert sai do quarto. Alard vai até seus brinquedos e pega a boneca de olhos azuis. De repente ouvimos ela falar. Alard fica assustado.
Alard- Como assim essa boneca está falando comigo?
A boneca continua falando calmamente.
Alard- Eu vou jogar essa boneca fora. Vou tacar fogo nela.
A boneca começa a rir.
Alard- Boneca maldita! Eu vou te ensinar a me respeitar!
Aert entra no quarto com um prato de sanduíche e um copo de leite frio.
Aert- Meu filho, aqui está o seu lanche.
Alard- Papai, a boneca falou de novo... Ela...
Aert- Meu filho, eu já disse que essas coisas não existem. É apenas a sua imaginação abrindo as asas.
Alard- Mas, papai...
Aert deixa o prato com sanduíche e o copo de leite em uma mesinha.
Aert- Coma e depois faça seus deveres de casa. Eu vou ter que sair.
Aert dá um beijo no rosto do filho e sai.
Alard- Eu vou acabar com essa boneca. Mas não agora.
Ouvimos o barulho sutil de uma risada da boneca. Ela diz que colocará fogo na casa. Alard volta a brincar no quarto despreocupadamente. O pano desce rapidamente.
Fim[/i]
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Poeta
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2. A Boneca Maldita
A cena se passa na Holanda, no ano de 2017.
Cena Única
Um quarto de menino decorado com brinquedos, mas ao fundo há uma boneca bonita e agradável de se ver. A boneca é loira e tem olhos azuis. Um homem chamado Aert está vendo seu filho de 7 anos Alard brincar.
Aert- Alard, o que a sua mãe falou de mim para você?
Alard- Ela está nervosa com você, papai.
Aert- Mas por que?
Alard- Ela diz que o senhor sai todas as noites e volta muito tarde, e que também bebe.
Aert- Sim, mas eu bebo com os amigos.
Alard- Mamãe diz que você não tem responsabilidade, que o senhor só quer saber de festas.
Aert- Ah, meu filho, essa vida é tão dura e difícil que a única maneira de conviver com ela é com um pouco de festas.
Alard- Ela também diz que você namora outra mulher.
Aert(alto)- Em absoluto! Eu não tenho outra namorada além da sua mãe.
Alard- É o que a mamãe sempre diz...
Aert- Sua mãe é muito ciumenta, meu filho. Desde que começamos a namorar, ela sempre foi muito ciumenta. Ela nunca conseguiu se livrar desse ciúmes.
Alard- Entendo, papai, por isso vocês sempre brigam.
Aert- Sim, por isso estamos sempre brigando. Você está com fome?
Alard- Sim, papai, muita.
Aert- Farei algo para você. Fique aqui.
Aert sai do quarto. Alard vai até seus brinquedos e pega a boneca de olhos azuis. De repente ouvimos ela falar. Alard fica assustado.
Alard- Como assim essa boneca está falando comigo?
A boneca continua falando calmamente.
Alard- Eu vou jogar essa boneca fora. Vou tacar fogo nela.
A boneca começa a rir.
Alard- Boneca maldita! Eu vou te ensinar a me respeitar!
Aert entra no quarto com um prato de sanduíche e um copo de leite frio.
Aert- Meu filho, aqui está o seu lanche.
Alard- Papai, a boneca falou de novo... Ela...
Aert- Meu filho, eu já disse que essas coisas não existem. É apenas a sua imaginação abrindo as asas.
Alard- Mas, papai...
Aert deixa o prato com sanduíche e o copo de leite em uma mesinha.
Aert- Coma e depois faça seus deveres de casa. Eu vou ter que sair.
Aert dá um beijo no rosto do filho e sai.
Alard- Eu vou acabar com essa boneca. Mas não agora.
Ouvimos o barulho sutil de uma risada da boneca. Ela diz que colocará fogo na casa. Alard volta a brincar no quarto despreocupadamente. O pano desce rapidamente.
Fim
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Poeta
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Luzes no Meu Quarto
Curta Metragem XVI
por Ludwig Hess/Wesley Souza de Oliveira
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Créditos iniciais
Os créditos mostram várias imagens de alienígenas Grays, nórdicos e de outras espécies.
Cena 1. Casa no Leblon/Quarto. Int. Noite
Insert: 2 de maio de 1944.
Um garoto vestindo um pijama está assustado na cama. Ele se chama Carlos e não consegue dormir.
Carlos(quase chorando)- Já disse para mamãe para me deixar dormir junto a ela.
Carlos começa a chorar copiosamente.
Carlos- Eles virão de novo esta noite. Eu sei. Eles virão.
Depois que Carlos começa a falar, vemos uma luz invadir seu quarto. É uma luz branca.
Carlos- Por favor, hoje eu não quero ir! Hoje eu não quero ir!
Corta para:
Cena 2. Quarto dos pais de Carlos. Int. Noite
Os pais de Carlos estão dormindo profundamente. Eles não percebem o que está para acontecer.
Cena 3. Quarto de Carlos. Int. Noite
Vemos Carlos ajoelhado na cama rezando. Subitamente, a porta se abre. Ainda há muita luz entrando no quarto. Três Grays entram no quarto de Carlos. Ele está totalmente surpreso e com medo. E então, Carlos subitamente começa a levitar até o teto.
Corta para:
Cena 4. Nave dos Grays/Sala de Abdução. Int. Noite
Vemos Carlos deitado em uma mesa. Ele está nu. Os Grays estão coletando esperma dele e também colhendo amostras, mas de repente a porta se abre com estrondo. Vemos seis homens loiros invadir a sala. Eles tiram Carlos da mesa e matam todos os Grays. Eles levam Carlos para fora da sala.
Corta para:
Cena 5. Nave Pleiadiana. Int. Noite
Os seis pleiadianos levam Carlos para uma sala. Ele adormece rapidamente.
Corta para:
Cena 6. Quarto de Carlos.Int. Noite
Vemos três homens colocar Carlos na cama. Um deles fala ao ouvido de Carlos:
Pleiadiano 2- Você não se lembrará de nada quando acordar. Fique tranquilo. Você não será mais abduzido, menino. Mas tome cuidado com outras raças que podem tentar te levar para elas. Você é uma semente estelar e por isso essas raças ficam atrás de você. Durma bem, meu amigo.
Os três pleiadianos somem do quarto. Carlos continua dormindo.
Créditos Finais
Fim
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Poeta
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1. Dark Room
A cena se passa no Brasil, no ano de 1940.
Cena Única
Uma casa com um porão escuro e com duas camas nele. Perto das camas há alguns alimentos e uma jarra contendo mel e na outra jarra está cheia de água. No porão estão dois homens chamados Paulo e Sérgio. Obviamente, eles estão trancados no porão.
Paulo- Sérgio, o que você tem a me dizer sobre a nossa situação? Eu te vi falando com nossos sequestradores.
Sérgio- Sim, eu conversei com eles.
Paulo(ansioso e preocupado)- E então? O que tem a me dizer?
Sérgio(procurando as palavras certas para falar)- Eles querem... Eles querem que a gente participe dos cultos deles.
Paulo(surpreso)- Como assim? Eles pertencem a alguma seita?
Sérgio- Sim, Paulo, eles são ocultistas e esotéricos. Eles fazem sacrifícios de animais nas florestas.
Paulo- Não fazem sacrifícios humanos?
Sérgio- Pelo que pude constar, não.
Paulo- Isso é loucura, Sérgio. Não podemos entrar nesse culto.
Sérgio- E por que não? Você quer que eles nos matem?
Paulo- Não, mas eu não acho que devemos participar de cultos ocultistas.
Sérgio- Pense bem, Paulo, talvez seja nossa única chance de sairmos daqui com vida.
Neste momento, entram dois homens encapuzados. São os sequestradores.
Sequestrador 1- E então, qual é a resposta?
Sérgio- Paulo está preocupado, mas eu gostaria de fazer parte do culto.
Sequestrador 2- Esperamos que o Paulo aceite nosso convite, se não aceitar, nós iremos matá-lo.
Paulo- Vocês já iam nos matar mesmo...
Sequestrador 1- Pense bem, Paulo, você terá dinheiro se se juntar a nós. Muito dinheiro.
Sérgio- Deixem-no pensar mais um pouco, eu vou tentar convencê-lo.
Sequestrador 1- Você tem três horas.
Os dois sequestradores saem do porão trancando-o.
Paulo- Eu preciso dormir.
Sérgio- Não pode dormir agora, precisamos conversar.
Paulo- Eu vou dormir por uma hora, temos duas para conversar. Eu não consegui dormir essa noite e estou morrendo de sono.
Sérgio- Está bem, mas não durma muito, e quando acordar, você vai ter que escolher se juntar ao culto.
Paulo vai até uma das camas e deita e começa a dormir. Sérgio vai até uma jarra e pega um copo e e o enche de água. Ele bebe o copo todo.
Sérgio(à parte)- Espero que resolva nossa situação, Paulo. Estou contando com você para nossa liberdade desse maldito porão.
O pano desce.
Fim
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Poeta
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