Textos :  Elucubraciones de senectud
Elucubraciones de senectud

Entonces, los recuerdos comienzan a ganar la batalla contra cualquier otra cosa. Vas llenando con esos parches de tiempo reciclado el resto de la vida. Comienzas a comprender la validez de tu travesía; no había que acumular amores o placer como si fuesen las cuentas en un rosario, no era necesario prestar tanta atención al ruido de las monedas entrando al bolsillo. No necesitabas de condecoraciones académicas o espirituales; todo se limitaba a la experiencia vivida. Después de todo, no perteneces a este punto de dolor geográfico demarcado por la percepción. Eres viajero nómada en el espacio tiempo.

Por fin tu desgastada humanidad deja filtrar lo que en realidad eres: consciencia infinita, energía creadora, fractal del Hacedor del Todo. Ya comprendes de lo fútil de los rencores, la intolerancia y las envidias, del sentirte superior cuando en realidad eres sencillamente TODOS NOSOTROS. Estás entrelazado y unido a todos, aún cuando continúes expresando individualidad. Ahora todo luce más claro desde lo efímero y frágil de tu humanidad. La senectud comienza a apoderarse de tu existencia y tu esencia comienza lentamente a eclosionar nuevamente hacia el misterio de lo infinito.
Poeta

Textos :  L'EVOLUTION DE LA VIE ET SA DECADENCE
L’ÉVOLUTION DE LA VIE ET SA DÉCADENCE.


À la naissance nous sommes tous des petits soldats sans grade. Au fur et à mesure que nous avançons dans le temps nous commençons à prendre de galons, On arrive à caporal, depuis et à partir du moment que nous commençons à sortir nous devenons caporal chef, on se fiance et là nous sommes arrivés à Sergent.

Arrive le mariage et un grade de plus et nous sautons quelques grades et nous voilà capitaine, capitaine d'un navire que nous devons amener à bon port.

Après nous devenons des pères. Les enfants grandissent eux comme nous sont nés des petits soldats, et nous prenons un grade de plus, et quand nous arrivons au moment d'être grand père, on arrive à général nous commandons la troupe.

Bon, cela était avant.

Les temps changent, et la nouvelle société a changé. Les grands pères, les généraux entrent en décadence.

Les nouveaux petits soldats ont grandi, ont pris du grade petit à petit et un jour ils arrivent à capitaines et les généraux commencent à perdre les grades qu’avec beaucoup de sacrifice ils sont arrivés à conquérir et la dégradation commence,
Petit à petit ils perdent l'autorité, la descente est vertigineuse et deviennent comme au départ, des soldats de deuxième classe, sans autorité et ce sont les capitaines qui commandent mais sans expérience. Les nouveaux se prennent pour une autorité de grande valeur, valeur qu'ils n’ont pas acquis et subordonnent les anciens qui se laissent faire non pour avoir peur mais pour ne pas rendre malheureuse la personne avec qui ils ont divisé leur vie avec amour.
Le manque de respect est énorme, mais que voulez vous, il paraît que la société est en progression

Mais ainsi continuera et les nouveaux généraux peut être qu'un jour comprendront l’erreur, mais ce sera trop tard.

A da fonseca
Poeta

Textos :  VIAGRA... MEU AMOR
Eu não sou um gabarola, ou um fanfarrão mas vou na mesma vos contar a minha vida sexual.
Quando jovem, parece que eu era muito bonito, As mulheres caíam nos meus braços, como a chuva que caía do céu.
Para fazer amor todos os dias, não havia nenhum problema, de tal maneira eu gostava fazer do sexo, que estava apressado de me casar e foi o que aconteceu.
Os anos de felicidade passavam, mesmo muito rapidamente, Mas as belas noites de orgia, com o tempo, elas começaram a se fazer raras, Tenho que dizer também, que os anos avançavam; e ainda para nada ajudar fui operado das minhas coronárias, devido ao tabaco. (Pois é amigos, continuem a fumar e depois serão vocês a vir ao Luso para contar a vossa vida sexual) e assim eu nem sequer me podia cansar. E a ferramenta que todos os oficiais do mesmo oficio têm, começou a enferrujar e a se dobrar em completa apatia, não havia mais orgias!
E um dia á TV, une boa-nova foi anunciada.
Os Amerlocs, tinham acabado de inventar o Viagra, Isso tinha sido uma boa-nova, fantástica!
Estes Amerlocs , são verdadeiramente fortes!!! É verdade, hein?
Antes desta invenção, eu não gostava muito deles, desses Amerlocs, mas agora... bravo!
E eu comecei a gostar deles, não sei mesmo porquê, mas eles são fortes, não acham?
Mas como vos dizia, só de pensar que eu podia recomeçar a baixar as minhas calças para fazer amor, fui obrigado a lhes render homenagem.
Mas que felicidade! Telefonei ao meu Doutor eu queria de urgência uma receita para ir à farmácia comprar o meu Viagra. Estava apressado, ai que não! com a caixinha mágica no fundo da algibeira, bem apertadinha na mão não fosse eu perde-la, lá cheguei à minha casa.
Desde que abri a porta, gritei para que a minha mulher se despacha-se visto que eu já tinha tomado uma pilula mágica e de um minuto ao outro poderia começar a fazer efeito.
Deitei-me na minha cama, a minha mulher ao meu lado e.... EUREKA!!! o comprimidinho começava a fazer efeito! Trinta minutos mais tarde, comecei a sentir que a ferramenta começava a mexer, ALELUIA!!!!isto funciona! Olhei para o meu sexo e ele tinha aumentado de... três milímetros , que tristeza! Triste, desolado, desorientado, mas que dizer? mas que fazer?
Minha pobre mulher chorava, que tristeza! Fim às orgias, a vida é estupida! Isto foi duro, quero dizer, o momento, nada de outro!
Vesti-me, fui no dia seguinte visitar o meu médico e contei-lhe o meu desespero.
-Eu não posso fazer milagres, disse-me ele! se o Viagra não faz efeito, eu não posso reparar a sua ferramenta! E pronto as orgias ficaram unicamente na memoria, passou a ser quimera, madrigais!
E esses Amerlocs, recomecei a não gostar deles. Não são que de gente que se aproveitam do mal dos outros, e são mentirosos.
O Viagra? meu cu! Não é que da publicidade.
Falei com um amigo ( um amigo... amigo da onça ou de Peniche)
e contei-lhe a minha triste estória e disse-me para tomar o Prozac. O Prozac, sim sim, o Prozac!
Ah, bom, isto é que é um amigo! Ele tinha razão, para fazer funcionar a máquina, não é o Viagra que ainda por cima vinha da China.
Para fazer amor... Avant, toute!!! E de vento em popa, entrei na farmácia.
Do Prozac, meu amigo! o Viagra não vale nada!
- Prozac?, caro amigo?
Sim, do Prozac e depois? disse eu todo inchado!...
Porque o Prozac só dá para dormir para se acalmar!
Ah não... impossível!...fazer confiança aos amigos! eles são como os Amerlocs, todos falsos! São gente que mata e destrói o mundo com as invasões e tudo, não, não, nunca amei estes amerlocs1
Tinha vergonha; entrei em minha casa, cabeça baixa, fui à casa de banho, olhei-me no espelho, olhei bem para aquele velhote que estava à minha frente e disse-lhe:
Então como é, meu amigo? Tu foste um Don Juan e agora não passas de um Don Quixote

A. da fonseca

P.S. Esta estória, é uma antecipação ao futuro rsrsrsrs
Poeta

Textos :  Mentira
El despertador dice que quedan 3 y mi cerebro dicta que quedan menos, da igual, si no hay nada para qué, no que hay buscar un cómo.
No soy diferente ni especial, ni más que un trozo de mierda aplastado sin querer, ni menos que un retrete al que le tiran mierda. No hay una diferencia abismal entre lo que se quiere y lo que se puede, pero la realidad es que no todas las veces se quiere, ni todas se puede. ¿Quién podría creer las verdades que aunque tontas, no dejan de ser verdades? ¿Y quién podría juzgar las mentiras, ésas, tan fantásticas y tristes, pero mentiras? Algo se ha metido en la cabeza del humano desde crío y ha sido manipulada con el tiempo al antojo de lo que sea que lo controle, a placer de lo que no se puede ver. No hay un cambio en realidad, y si lo hay, entonces debes cambiarlo otra vez. Nadie tiene la verdad y nadie quiere tenerla, y si juzgo por lo que veo, me condeno a que me juzguen por lo que no hago ver.
Mis flemas son rojas y mi tos me despierta antes de sonar el despertador, pero soy más duro que él y lo rechazo. Tengo asco de gente y asco de soledad, pero si hay algo rescatable son los secretos, pero sólo los que se pueden contar.
Algunas tardes me siento en una piedra a un lado de mi laguna mental y no digo nada, los pájaros caen al agua y los peces se extinguen entre sí, ella salva vidas allá fuera, y yo me quito la mía aquí dentro.
Si quieres salir, sácame, pero si no lo quieres hacer, déjame nadar con los peces.
Poeta

Textos :  Lágrimas del diablo
¿Qué hace la diferencia? Entre un botón y otro se encuentra otro botón, y las sonrisas y miradas de miles se encuentran entre otras más. Quizá algún golpecillo que asista a la razón de querer algo que no se puede expresar con palabras, algún guiño entre comillas que permita persuadir a lo que se amerita imposible.
Quizá el demonio lloré algunas noches y sus lágrimas lleguen hasta el tejado que construye una sonrisa, ésa que elegimos, o ésa que nos eligió.
Si los ojos que resguardan lo que quisimos fuera resguardado y la voz se escuche lejana inmiscuida en algún cosquilleo de nuestra panza, y las manos que ansiamos tocar nos toquen sin freno, sea suficiente para que la vida que elegimos vivir ahora haga sonar alguna canción que decidimos guardar en un recuerdo que tiende ir hacia donde debe estar.
Si las lágrimas de él o aquél otro y más arriba signifiquen persuadir mi deseo de Seguir encontrándote en cada día, entonces que llueva en todos los sentidos, y que arriba siga el techo y abajo dé la luz.
Poeta

Textos :  Indiferencia
En la cocina preparan filetes y arroz, el aroma desfila por toda la casa hasta perderse en la última puerta. Los trastes se están lavando y la lavadora lava lo suyo, el retrete se llevó la mierda que tiré al despertar y el agua sale caliente de la regadera y sonrío mientras tomo una ducha de largos 12 minutos.
Había un tipo tirado en la calle y 3 ancianas más con un bote en la mano, la calle y sus alrededores se llenaron de gente que protestaba no sé qué, y no sé qué podrían protestar. Apagué el televisor después de recorrer 3 veces toda la programación, llena de noticias mundiales aburridas y de grandes catástrofes sociales y políticas, ambientales ni hablar.
Bien, conecte el cargador de la laptop, el de mi celular y la radio sonaba en la misma estación, con los mejores éxitos de no sé hace cuantos años, y los nuevos que tampoco conozco.
En el trabajo piden y piden popotes y las servilletas las dejan en el piso, sus cartones y sus tapas, mierda, los botes están vacíos y el agua del retrete se va cada que detecta que el meador o cagador se aleja.
Enciendo en último cigarrillo de éste maravilloso día y a la ceniza se la lleva el viento, mi celular se cargó desde hace horas y mi laptop la utilizaré hasta dentro de 2 semanas, maravilloso mundo, y en mi mundo, el que está de la última puerta hacia dentro seguirá siendo hermoso ¿No es así?
Poeta

Textos :  AZAR VS FELICIDAD
Salí en el descanso del trabajo
Sólo tenía 1 € en la cartera
Y tenía dos opciones
Tomarme un café
O jugármela con Rosa comprando lotería

Rosa estaba en la esquina vendiendo
Y siempre daba algún que otro premio
La avaricia me pudo:
-"Podría mas que sea duplicarlo"-
Pensé

-"¡Qué duplicarlo, podría tripicarlo!
Y comprar una buena comida
O incluso,¿por qué no?"-
Podría ganar los 500.000 del bote

Así que fui decidido
No había nada más que pensar
Entré en el bar de al lado de Rosa
Pedí mi café
Y me invadió la felicidad


@IorellBritoA
Poeta

Textos :  CARNE SOBRE CARNE
Sigueme en @IORELLBRITOA

Carne sobre carne, nada mas que eso
Y dentro nada...absolutamente nada
Estrujas,arañas,muerdes,gimes
Y recorre el agua tu cuerpo
Pero nada más...por dentro nada
Un instante de placer,un fuego que apaga
Una hoguera que te apacigua y te calma
Un destello en el desván solitario y húmedo de tu casa
Pero por dentro nada de nada
Después un cigarillo, y sueltas el humo
Entre medio de un suspiro
Ya estas arrepentido y solo ha pasado un segundo.
Y sientes que quieres escapar,y casi la ventana es una solución real
Pero la vuelves a mirar y ahí lo ves
Carne sobre carne
Y dentro solo habitaba la nada
Nada y nada más
Poeta

Textos :  Poema de mujer
"El tiempo todo calma..."
Siempre queda algo después de un final ¿No es así?
Y probablemente recuerdes cada noche las noches que trajo el viento sólo para volvérselas a llevar, o yo recuerde todos los días, los días que que por más que tu presencia se paraba firme a un lado mío, tu ausencia invadía cada centímetro del lugar que poco a poco dejaste de ocupar.
Hay un poco de tu fragancia impregnada en un rincón de mi cerebro en proceso de claudicar, y yo respiro lento mientras mi cama enciende los cráteres del frecuente cigarrillo después del sexo tan premeditado e irreal en que los últimos días se tornó.
En la cocina el café está preparado y junto a tu taza llena de hormigas se encuentra el montón de cartas que jamás te di.
Estoy un poco muerto después de todo, pero allá fuera sale el sol y brillan las estrellas, y la gente sonríe y no paran de reír.
Nadie sabe qué pasa y quizá nadie lo sepa nunca y tú te quedes por siempre con algo que fue mío y te si di sin más.
Viento, llévame a un lugar lindo, a un lugar donde pueda escapar.
Poeta

Textos :  Corre
Déjame tocar la silueta que dejas cada vez que te apartas de la sombra de mis pensamientos, estruja mi palma en un portazo invisible lleno de orgullo y necedad, enciende mi cigarrillo con el fuego que desprenden tus ojos cada vez que te marchas en rabietas inexistentes e injustificables, marca la pauta en cada paso del tango que nunca bailamos por miedo a ridiculizarnos, camina al cielo cada vez que la brisa traiga consigo un recuerdo bueno de lo buenos que llegamos a ser alguna vez, déjame ser los dedos que tecleen las sonatas tristes que tu corazón palpite cada que tu sonrisa se marchite.
Inyecta mi espalda con dopamina y hazme temblar y recordar la danza de mariposas a lo largo de mi colon, bofetea los recuerdos que no tengan memoria de tiempos mejores y déjate caer en soplidos que mis suspiros no dejan de tirar.
Y ahora corre, llévame y déjame aprender a correr a mí ¿Me habías perdido ya?
Despega lento el entrelace de tu pulgar con mi mano, hemos aprendido una lección hoy, dime adiós una vez, dime adiós y aléjate cuanto quieras, no te dejo soltar.
Poeta